Eu andei fazendo uma reflexão sobre tudo o que tenho ouvido e visto, fiquei lembrando de todas as pregações que já "mexeram" comigo, e as que não fizeram diferença alguma em minha vida...
Está tão difícil ouvir o evangelho sendo pregado em sua essência,
O que faz do Evangelho tão poderoso não é a Verdade escrita nele?A forma como Deus confronta nosso Eu, nos coloca à frente de um espelho e nos faz ver como somos pequenos?
Não somos nada, nós seres humanos somos mesquinhos, mentirosos, medíocres, arrogantes,vaidosos e rebeldes.É a nossa natureza.
E Deus nos ama mesmo assim, o Senhor nos mostra o Seu amor e a forma como quer que a gente conduza nossas vidas que Ele nos deu.Nos dá a chance de abandonar nossos erros e começar do zero dia após dia.
Todos os dias o Senhor nos livra do mal,nos abençoa, nos dá graça.Quando entregamos nossas vidas à Ele recebemos o Seu perdão,e o Espírito Santo passa a habitar em nós e é Ele quem nos guia e nos dá o alerta sempre quando o velho homem quer voltar a agir.
"Quanto a vós outros, a UNÇÃO que dEle recebestes permanece em vós e não tendes necessidade que ninguém vos ensine, mas a UNÇÃO vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nEle como também ela vos ensinou".
(I João 2:27)
Todos os dias somos libertos, transformados e curados.
Esse poder agindo em nós é que faz o mundo à nossa volta ser mudado, pois através da nossa conversão e da transformação de nosso caráter é que "mostramos" ao mundo que Deus é vivo e é Poderoso.
Quem ou o quê poderia fazer de um assassino perverso um homem bom, manso, e honesto?
Pequenas coisas que o Senhor opera todos os dias,mas que os cristão de hoje não se interessam mais em ver.
Querem grandes espetáculos, querem ver grandes sinais coisas vistas ali e naquele momento.E assim vão se entregando ao engano, tendo suas mentes cauterizadas e os olhos cheios de escamas, sem perceber voltam ao estado de cegueira e de idolatria,
Pois não enxergam que estão indo pro lado errado, idolatram seus umbigos indo aos cultos somente para "receber" uma bênção, correm atrás de "unções" liberadas por "super homens" que eles criaram....
(I Jo-5;9)Se aceitamos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; ora este testemunho de Deus é o que Ele deu de Seu Filho.
Eu vou ao culto para ser posta diante de um espelho e enxergar quem eu sou, quero ter meu caráter cada dia mais e mais transformado, quero saber como Deus quer que eu conduza a minha vida,aprender com os exemplos e experiências vividas pelos "heróis" da fé, e compreender mais sobre quem Deus é, o que Ele quer de mim e para mim.
(I Jo-5;20-21)Também sabemos que o Filho de Deus veio e que nos deu entendimento para que conheçamos o Verdadeiro; e nós estamos no Verdadeiro, em Seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.
Filhinhos, guardai-vos dos ídolos!
Em Cristo sempre.
Márcia Gizella.
fonte: www.agracadedeusmebasta.blogspot.com/
20 de julho de 2009
10 de julho de 2009
“Há abusos em nome de Deus”

Jornalista relata os danos do assédio espiritual cometido por líderes evangélicos
Kátia Mello
A igreja evangélica está doente e precisa de uma reforma. Os pastores se tornaram intermediários entre Deus e os homens e cometem abusos emocionais apoiados em textos bíblicos. Essas são algumas das afirmações polêmicas da jornalista Marília de Camargo César em seu livro de estreia, Feridos em nome de Deus (editora Mundo Cristão), que será lançado no dia 30. Marília é evangélica e resolveu escrever depois de testemunhar algumas experiências religiosas com amigos de sua antiga congregação.
ENTREVISTA - MARÍLIA DE CAMARGO CÉSAR
QUEM É
Marília de Camargo César, 44 anos, jornalista, casada, duas filhas
O QUE FEZEditora assistente do jornal O Valor, formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero
O QUE PUBLICOU
Seu livro de estreia é Feridos em nome de Deus (editora Mundo Cristão)
ÉPOCA – Por que você resolveu abordar esse tema?
Marília de Camargo César – Eu parti de uma experiência pessoal, de uma igreja que frequentei durante dez anos. Eu não fui ferida por nenhum pastor, e esse livro não é nenhuma tentativa de um ato heroico, de denúncia. É um alerta, porque eu vi o estado em que ficaram meus amigos que conviviam com certa liderança. Isso me incomodou muito e eu queria entender o que tinha dado errado. Não quero que haja generalizações, porque há bons pastores e boas igrejas. Mas as pessoas que se envolvem em experiências de abusos religiosos ficam marcadas profundamente.
ÉPOCA – Qual foi a história que mais a impressionou?
Marília – Uma das histórias que mais me tocaram foi a de uma jovem que tem uma doença degenerativa grave. Em uma igreja, ela ouviu que estava curada e que, caso se sentisse doente, era porque não tinha fé suficiente em Deus. Essa moça largou os remédios que eram importantíssimos no tratamento para retardar os efeitos da miastenia grave (doença autoimune que acarreta fraqueza muscular). O médico dela ficou muito bravo, mas ela peitou o médico e chegou a perder os movimentos das pernas. Ela só melhorou depois de fazer terapia. Entendeu que não precisava se livrar da doença para ser uma boa pessoa.
ÉPOCA – Que tipo de experiência você considera como abuso religioso e que marcas são essas?
Marília – Meu livro é sobre abusos emocionais que acontecem na esteira do crescimento acelerado da população de evangélicos no Brasil. É a intromissão radical do pastor na vida das pessoas. Um exemplo: uma missionária que apanha do marido sistematicamente e vai parar no hospital. Quando ela procura um pastor para se aconselhar, ele fala assim para ela: “Minha filha, você deve estar fazendo alguma coisa errada, é por isso que o teu marido está se sentindo diminuído e por isso ele está te batendo. Você tem de se submeter a ele, porque biblicamente a mulher tem de se submeter ao cabeça da casa. Então, essa mulher, que está com a autoestima lá embaixo, que apanha do marido - inclusive pelo Código Civil Brasileiro ele teria de ser punido - pede um conselho pastoral e o pastor acaba pisando mais nela ainda. E ele usa a Bíblia para isso. Esse é um tipo de abuso que não está apenas na igreja pentecostal ou neopentecostal, como dizem. É um caso da Igreja Batista, em que, teoricamente, os protestantes históricos têm uma reputação melhor.
ÉPOCA – Seu livro questiona a autoridade pastoral. Por quê?
Marília – As igrejas que estão surgindo, as neopentecostais, e não as históricas, como a presbiteriana, a batista, a metodista, que pregam a teologia da prosperidade, estão retomando a figura do “ungido de Deus”. É a figura do profeta, do sacerdote, que existia no Antigo Testamento. No Novo Testamento, não existe mais isto. Jesus Cristo é o único mediador. Então o pastor dessas igrejas mais novas está se tornando o mediador. Para todos os detalhes da sua vida, você precisa dele. Se você recebeu uma oferta de emprego, o pastor pode dizer se deve ou não aceitá-la. Se estiver paquerando alguém, vai dizer se deve ou não namorar aquela pessoa. O pastor, em vez de ensinar a desenvolver a espiritualidade, determina se aquele homem ou aquela mulher é a pessoa da sua vida. E o pastor está gostando de mandar na vida dos outros, uma atitude que abre um terreno amplo para o abuso.
ÉPOCA – Você também fala que não é só culpa do pastor.
Marília – Assim como existe a onipotência pastoral, existe a infantilidade emocional do rebanho, que é o que o Sérgio Franco, um dos pastores psicanalistas entrevistados no livro, fala. A grande crítica do Freud em relação à religião era essa. Ele dizia que a religião infantiliza as pessoas, porque você está sempre transferindo as suas decisões de adulto - que são difíceis - e a figura do sagrado, no caso aqui o líder religioso, para a figura do pai ou da mãe - o pastor, a pastora. É a tendência do ser humano em transferir responsabilidade. O pastor virou um oráculo. É mais fácil ter alguém, um bode expiatório, para pôr a culpa nas decisões erradas tomadas.
“O pastor está gostando de mandar na vida dos outros
e receber presentes. Isso abre espaço para os abusos”
ÉPOCA – Quais são os grandes males espirituais que você testemunhou?
Marília – Eu vi casamentos se desfazer, porque se mantinham em bases ilusórias. Vi também pessoas dizendo que fazer terapia é coisa do Diabo. Há pastores contra a terapia que afirmam que ela fortalece a alma e a alma tem de ser fraca; o espírito é que tem que ser forte. E dizem isso supostamente apoiados em textos bíblicos. Dizem que as emoções têm de ser abafadas e apenas o espírito ser fortalecido. E o que acontece com uma teologia dessas? Psicoses potenciais na vida das pessoas que ficam abafando as emoções. As pessoas que aprenderam essa teologia e não tiveram senso crítico para combatê-la ficaram muito mal. Conheci um rapaz com muitos problemas de depressão e de autoestima que encontrou na igreja um ambiente acolhedor. Ele dizia ter ressuscitado emocionalmente. Só que com o passar dos anos, o pastor se apoderou dele. Mas ele começou a perceber que esse pastor é gente, que gosta de ganhar presentes e que usa a Bíblia para se justificar. Uma das histórias que mais me tocou foi a de uma jovem que tem uma doença degenerativa grave. Ela foi para uma dessas igrejas e ouviu que se estivesse sentindo ainda doente era porque não tinha fé suficiente em Deus. Essa moça largou os remédios que eram importantíssimos no tratamento para retardar os efeitos da miastenia grave (doença auto-imune que acarreta fraqueza muscular). O médico dela ficou muito bravo e não a autorizou. Mesmo assim, ela peitou o médico e chegou a perder os movimentos das pernas. Ela só melhorou depois de fazer terapia. Ela entendeu que não precisava se livrar da doença para ser uma boa pessoa.
ÉPOCA – Por que demora tanto tempo para a pessoa perceber que está sendo vítima?
Marília – Os abusos não acontecem da noite para o dia. A pessoa que está sendo discipulada, que aprende com o pastor o que a Bíblia diz, desenvolve esse relacionamento aos poucos. No primeiro momento, ela idealiza a figura do líder, como alguém maduro, bem preparado. É aquilo que fazemos quando estamos apaixonados: não vemos os defeitos. O fiel vê esse líder como um intermediário, como um representante de Deus que tem recados para a vida dele, um guru. E o pastor vai ganhando a confiança dele num crescendo, como numa amizade. Esse líder, que acredita que Deus o usa para mandar recados para sua congregação, passa a ser uma referência na vida do fiel. O fiel, pro sua vez, sente uma grande gratidão por aquele que o ajudou a mudar sua vida para melhor. Ele se sente devedor do pastor e começa, então, a dar presentes. O fiel quer abençoar o líder porque largou as drogas, ou parou de beber, ou parou de bater na mulher, ou porque arrumou um emprego e está andando na linha. E começa a dar presentes de acordo com suas posses. Se for um grande empresário, ele dá um carro importado para o pastor. Isso eu vi acontecer várias vezes. O pastor, por sua vez, gosta de receber esses presentes. É quando a relação se contamina, se torna promíscua. E o pastor usa a Bíblia para dizer que esse ato é bíblico. O poder está no uso da Bíblia para legitimar essas práticas.
ÉPOCA – Qual é o limite da autoridade pastoral?
Marília – O pastor tem o direito de mostrar na Bíblia o que ela diz sobre certo tema. Como um bom amigo, ele tem o direito de dar um conselho. Mas ele tem de deixar claro que aquilo é apenas um conselho. Pode até falar que o resultado disso ou daquilo pode ser ruim para a vida do fiel. Mas ele não pode mandar a pessoa fazer algo em nome de Deus. O que mais fere as pessoas é ouvir uma ordem em nome de Deus. Se é Deus, então prova! Se Deus fala para o pastor, por que Ele não fala para o fiel? Eles estão sendo extremamente autoritários.
ÉPOCA – Você afirma que muitos dos pastores não agem por má-fé, mas por uma visão messiânica. Explique.
Marília – É uma visão messiânica para com seu rebanho. Lutero (teólogo alemão responsável pela reforma protestante no século XVI) deve estar dando voltas na tumba. Porque o pastor evangélico virou um papa que é a figura mais criticada no catolicismo, o inerrante. E não existe essa figura, porque somos todos errantes, seres faltantes, como já dizia Freud. Pastor é gente. E é esse pastor messiânico que está crescendo no evangelismo. Existe uma ruptura entre o Antigo e o Novo Testamento, que é a cruz. A reforma de Lutero veio para acabar com a figura intermediária e a partir dela veio a doutrina do sacerdócio universal. Todos têm acesso a Deus. Uma das fontes do livro disse que precisamos de uma nova reforma e eu concordo com ela. Essa hierarquização da experiência religiosa, que o protestante tanto combateu no catolicismo, está se propagando. Você não pode mais ter a conversa direta com o divino. Porque tem aquela coisa da “oração forte” do pastor. Você acha que ele ora mais que você, que ele tem alguma vantagem espiritual e, se você gruda nele, pega uma lasquinha. Isso não existe. Somos todos iguais perante Deus.
ÉPOCA – Se a igreja for questionada em seus dogmas, ela não deixará de ser igreja?
Marília – Eu não acho isso. A igreja tem mesmo de ser questionada, inclusive há pensadores cristãos contemporâneos que questionam o modelo de igreja que estamos vivendo e as teologias distorcidas, como a teologia da prosperidade, que são predominantemente neopentecostais e ensinam essa grande barganha. Se você não der o dízimo, Deus vai mandar o gafanhoto. Simbolicamente falando, Ele vai te amaldiçoar. Hoje o fiel se relaciona com o Divino para as coisas darem certo. Ele não se relaciona pelo amor. Essa é uma das grandes distorções.
ÉPOCA – Por que você diz que existe uma questão cultural no abuso religioso?
Marília – Porque o brasileiro procura seus xamãs, e isso acontece em todas as religiões. O brasileiro é extremamente religioso. A ÉPOCA até publicou uma matéria sobre isso, dizendo que a maioria acredita em algo e se relaciona com isso, tentando desenvolver seu lado espiritual. O brasileiro gosta de ter seu oráculo. A pessoa que vem do catolicismo, onde há centenas de santos, e passa a ser evangélica transfere aquela prática e cultura do intermediário para o protestantismo, e muitas igrejas dão espaço para isso. O pastor Edir Macedo (da igreja Universal) trouxe vários elementos da umbanda, do candomblé, porque ele é convertido. Ele diz que o povo precisa desses elementos -que ele chama de pontos de contato - para ajudar a materializar a experiência religiosa. A Bíblia condena tudo isso.
ÉPOCA – No livro você dá alguns alertas para não cair no abuso religioso. Fale deles.
Marília – Desconfie de quem leva a glória para si. Um conselho é prestar atenção nas visões megalomaníacas. Uma das características de quem abusa é querer que a igreja se encaixe em suas visões, como quere ganhar o Brasil para Cristo e colocar metas para isso. E aquele que não se encaixar é um rebelde, um feiticeiro. Tome cuidado com esse homem. Outra estratégia é perguntar a si mesmo se tem medo do pastor ou se pode discordar dele. A pessoa que tem potencial para abusar não aceita que discorde dela, porque é autoritária. Outra situação é observar se o pastor gosta de dinheiro e ver os sinais de enriquecimento ilícito. São esses geralmente os que adoram ser abençoados e ganhar presentes. Cuidado com esse cara.
fonte: revista ÉPOCA, via link: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI80245-15228,00.html
7 de julho de 2009
Não deixe o fracasso destruir teu sonho

Por John Piper
Em 26 anos de pastorado, o mais perto que eu havia chegado de ser demitido da Igreja Batista Bethlehem foi em meados da década de 1980, depois de escrever um artigo intitulado Missões e masturbação para nosso boletim. Eu o escrevi ao voltar de uma conferência sobre missões presidida por George Verwer, presidente da Operação Mobilização. No evento ele disse como seu coração pesava pelo imenso número de jovens que sonhavam em obedecer completamente a Jesus, mas que acabavam se perdendo na inutilidade da prosperidade americana. A sensação constante de culpa e indignidade por causa de erros sexuais dava lugar, pouco a pouco, à falta de poder espiritual e ao beco sem saída da segurança e conforto da classe média.
Em outras palavras, o que George Verwer considerava trágico – e eu também considero – é que tantos jovens abandonem a causa da missão de Cristo porque ninguém lhes ensinou como lidar com a culpa que se segue ao pecado sexual. O problema vai além de não cair; a questão é como lidar com a queda para que ela não leve toda uma vida para o desperdício da mediocridade. A grande tragédia não são práticas como a masturbação ou a fornicação, e nem a pornografia. A tragédia é que Satanás usa a culpa decorrente desses pecados para extirpar todo sonho radical que a pessoa teve ou poderia vir a ter. Em vez disso, o diabo oferece uma vida feliz, certa e segura, com prazeres superficiais, até que a pessoa morra em sua cadeira de balanço, em um chalé à beira de um lago.
Hoje de manhã mesmo, Satanás pegou seu encontro das duas da manhã – seja na televisão ou na cama – e lhe disse: “Viu? Você é um derrotado. O melhor é nem adorar a Deus. Você jamais conseguirá fazer um compromisso sério para entregar sua vida a Jesus Cristo! É melhor arrumar um bom emprego, comprar uma televisão de tela plana bem grande e assistir o máximo de filmes pornográficos que agüentar”. Portanto, é preciso tirar essa arma da mão dele. Sim, claro que quero que você tenha a coragem maravilhosa de parar de percorrer os canais de televisão. Porém, mais cedo ou mais tarde, seja nesse pecado ou em outro, você vai cair. Quero ajudá-lo a lidar com a culpa e o fracasso, para que Satanás não os use para produzir mais uma vida desperdiçada.
Cristo realizou uma obra na história, antes de existirmos, que conquistou e garantiu nosso resgate e a transformação de todos que confiarem nele. A característica distintiva e crucial da salvação cristã é que seu autor, Jesus, a realizou por completo fora de nós, sem nossa ajuda. Quando colocamos nele a fé, nada acrescentamos à suficiência do que fez ao cobrir nossos pecados e alcançar a justiça que é considerada nossa. Os versículos bíblicos que apontam isso com mais clareza estão na epístola de Paulo aos Colossenses 2.13-14: “Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões e cancelou o escrito de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz”.
É preciso pensar bem nisso para entender plenamente a mais gloriosa de todas as verdades: Deus pegou o registro de todos os seus pecados – todos os erros de natureza sexual – que deixavam você exposto à ira. Em vez de esfregar o registro em seu rosto e usá-lo como prova para mandar você para o inferno, Deus o colocou na mão de Seu filho e pregou na Cruz. E quem são aqueles cujos pecados foram punidos na cruz? Todos que desistem de tentar salvar a si mesmos e confiam apenas em Cristo. E quem assumiu essa punição? Jesus. Essa substituição foi a chave para a nossa salvação.
Alguma vez você já parou para pensar no que significa Colossenses 2.15? Logo depois de afirmar que Deus pregou na cruz o registro de nossa dívida, Paulo escreve que o Senhor, “tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz”. Ele se refere ao diabo e seus exércitos de demônios. Mas como são desarmados? Como são derrotados? Eles possuem muitas armas, mas perdem a única que pode nos condenar – a arma do pecado não perdoado. Deus pregou nossas culpas na cruz. Logo, houve punição por elas – então, seus efeitos acabaram! O problema é que muitos percebem tão pouco da beleza de Cristo na salvação que o Evangelho lhes parece apenas uma licença para pecar. Se tudo que você enxerga na cruz de Jesus é um salvo-conduto para continuar pecando, então você não possui a fé que salva. Precisa se prostrar e implorar a Deus para abrir seus olhos para ver a atraente glória de Jesus Cristo.
Culpa corajosa – A fé que salva recebe Jesus como Salvador e Senhor e faz dele o maior tesouro da vida. Essa fé lutará contra qualquer coisa que se coloque entre o indivíduo salvo e Cristo. Sua marca característica não é a perfeição, nem a ausência de pecados. Quem enxerga na cruz uma licença para continuar pecando não possui a fé que salva. A marca da fé é a luta contra o pecado. A justificação se relaciona estreitamente com a obra de Deus pregando nossos pecados na cruz. Justificação é o ato pelo qual o Senhor nos declara não apenas perdoados por causa da obra de Cristo, mas também justos mediante ela. Cristo levou nosso castigo e realiza nossa retidão. Quando o recebemos como Salvador e Senhor, todo o castigo que ele sofreu, e toda sua retidão, são computados como nossos. E essa justificação vence o pecado.
Possuímos uma arma poderosa para combater o diabo quando sabemos que o castigo por nossas transgressões foi integralmente cumprido em Cristo. Devemos nos apegar com força a essa verdade, usando-a quando o inimigo nos acusar pelas nossas faltas. O texto de Miquéias 7.8-9 apresenta o que devemos lhe dizer quando ele zombar de nossa aparente derrota: “Não te alegres a meu respeito; ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei (...) Sofrerei a ira do Senhor, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa e execute o meu direito”. É uma espécie de “culpa corajosa” – o crente admite que errou e que Deus está tratando seriamente com ele. Mas, mesmo em disciplina, não se afasta da bendita verdade de que tem o Senhor ao seu lado!
Há vitória na manhã seguinte ao fracasso! Precisamos aprender a responder ao diabo ou a qualquer um que nos diga que o Senhor não poderá nos usar porque pecamos. “Ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei”, frisou o profeta. “Embora eu esteja morando nas trevas, o Senhor será a minha luz.” Sim, podemos estar nas trevas da iniqüidade; podemos sentir culpa, porque somos, realmente, culpados pelo nosso pecado. Mas isso não é toda a verdade sobre o nosso Deus. O mesmo Deus que faz nossa escuridão é a luz que nos apóia em meio às trevas. O Senhor não nos abandonará; antes, defenderá a nossa causa.
Quando aprendermos a lidar com a culpa oriunda de nossos erros com esse tipo de ousadia em quebrantamento, fundamentados na justificação pela fé e na expiação substitutiva que Cristo promoveu por nós, seremos não apenas mais resistentes ao diabo como cometeremos menos falhas contra o Senhor. E, acima de tudo, Satanás não será capaz de destruir nosso sonho de viver uma vida em obediência radical a Jesus e de serviço à sua obra.
***
Fonte: Ortodoxia, via Genizah, via pulpito cristão
27 de junho de 2009
O padrão de conduta é alto demais e a carne é fraca demais, todavia a salvação é grande demais
Em tempos difíceis e sombrios, de generalizada corrupção, o paradigma precisa ser redescoberto, como aconteceu na época da Reforma
Na história do Antigo Testamento, de vez em quando aparecem certos verbos que dão a entender que alguma coisa estava perdida e foi achada. Por ocasião da reforma do templo de Jerusalém, na época de Josias, por exemplo, o sumo sacerdote Hilquias encontrou o livro da Lei (2 Rs 22.8).
Na época de Neemias, “descobriram na Lei que o Senhor tinha ordenado, por meio de Moisés, que os israelitas deveriam morar em tendas durante a festa do sétimo mês” (Ne 8.14). Pouco depois, achou-se também “que nenhum amonita ou moabita jamais poderia ser admitido no povo de Deus” (Ne 13.1). Eram fatos sérios perdidos ou esquecidos em épocas de crises. Daí a necessidade de se redescobrir certas coisas que ainda estão esquecidas ou relegadas a planos inferiores.
A descoberta do paradigma
O modelo de comportamento ordenado por Deus aos cristãos não é outro senão aquele que foi dado aos israelitas na travessia do deserto: “Consagrem-se e sejam santos, porque eu sou santo” (Lv 11.44; 19.2; 20.7).
Jesus apresentou o mesmo padrão de conduta logo no início do sermão do monte: “Sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês” (Mt 5.48).
Paulo bate na mesma tecla: “Deus nos escolheu nele [em Cristo] antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença” (Ef 1.4) e “Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade” (1 Ts 4.7).
Pedro traz à tona o velho argumento de que a santidade de Deus nos obriga a ser santos: “Assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, porque eu sou santo” (1 Pe 1.15-16).
Precisamos ter certeza absoluta de que a mentira, o suborno, a soberba, a profanação do santo nome de Deus, o egoísmo, a injustiça social, e o orgulho ainda são pecado, e de que o casamento ainda deve ser heterossexual e estável.
Em tempos difíceis e sombrios, de generalizada corrupção, o paradigma precisa ser redescoberto. Foi o que aconteceu por ocasião do 18º ano do reinado de Josias (2 Rs 22.8-23.25), bem como em outras ocasiões na história bíblica e na história da igreja (por ocasião da Reforma e em épocas de autênticos reavivamentos).
A descoberta da dificuldade básica
O maior problema do homem não são nem a influência esmagadora da presente ordem deste mundo, vendido ao pecado, nem a atuação satânica. Certamente a sua dificuldade maior, mais antiga, mais entranhável, mais escondida, mais resistente e mais incontida não é outra senão o pecado residente. É Jesus quem chama a atenção para a realidade desse problema: “O que sai do homem é que o torna ‘impuro’. Pois do interior do coração dos homens vêm os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos. Os homicídios, os adultérios, as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez. Todos esses males vêm de dentro e tornam o homem ‘impuro’” (Mc 7.20-23). Numa linguagem mais rústica, o que Jesus está afirmando é que nós somos uma lata de lixo. Ele não é o único a pôr o dedo no lugar exato da ferida. Salomão assevera que o coração humano “está cheio de maldade e de loucura durante toda a vida” (Ec 9.3). Tiago ensina que a tentação nunca vem da parte de Deus: “Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido” (Tg 1.14). Nossas dificuldades de relacionamento social, inclusive, vêm das paixões que guerreiam dentro de nós (Tg 4.1).
Na prática, existe uma “guerra civil” que vai perdurar até a volta do Senhor. Paulo explica: “A carne [a bagagem pecaminosa que carregamos] deseja o que é contrário ao Espírito [a presença do próprio Deus em nós]; e o Espírito, o que é contrário à carne” (Gl 5.17). “Estas duas forças dentro de nós”, continua o apóstolo, “estão lutando constantemente uma contra a outra, a fim de ganharem o domínio sobre nós, e os nossos desejos nunca estão livres de suas pressões” (Gl 5.17, BV).
A melhor exposição da dificuldade básica para se alcançar o paradigma da conduta ideal é a da lavra de Paulo. O apóstolo investiga-se acuradamente para encontrar a razão da teimosia, da freqüência, da perseguição e da ousadia do pecado. Então ele descobre o tal pecado residente: “Neste caso [de fazer não o que desejo, mas o que odeio], não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim” (Rm 7. 17, 20); “Quando quero fazer o bem, o mal está junto a mim” (Rm 7.21); “No íntimo de meu ser tenho prazer na Lei de Deus [o tal paradigma]; mas vejo outra lei atuando nos membros de meu corpo, guerreando contra a lei de minha mente, tornando-me prisioneiro da lei do pecado que atua em meus membros” (Rm 7.22-23).
Não há outra doutrina bíblica e teológica tão universalmente aceita quanto a teologia do pecado residente, tanto na literatura religiosa como na literatura secular. Na literatura secular não se usa a palavra “pecado”. Os que abordam o assunto preferem usar outras expressões sinônimas : “o lado ruim”, “o lado animal”, “o lado crápula”, “o lado diabólico”, “a parte maldita”, “o fantasma interior”, “o impulso negativo”, “o instinto agressivo”, “o lixo emocional”, “o leão adormecido”, “o demônio escondido” e até “o espírito porco”. (Veja O drama do “pecado residente” na versão religiosa e O drama do “pecado residente” na versão secular)
A descoberta do messias
Logo após o seu primeiro encontro com Jesus, André revelou a Pedro: “Achamos o Messias” (Jo 1.41).
Se as descobertas do paradigma e do pecado residente são descobertas iniciais, desconcertantes e opressivas, a descoberta do Messias é simplesmente maravilhosa. O Messias (o Salvador) não é outro senão o Senhor Jesus Cristo, que Paulo chama inteligentemente de “o segundo Adão”, para diferenciá-lo do “primeiro Adão”.
O primeiro Adão foi criado à imagem e semelhança de Deus no paraíso do Éden. Recebeu da parte do criador liberdade e capacidade para mandar e desmandar, mas pôs tudo a perder, tanto a criatura como a criação. Por meio dele, “o pecado entrou no mundo” e “pelo pecado a morte” (Rm 5.12). Pecado e morte, irmãos gêmeos, são as duas maiores desgraças da raça humana, invencíveis e irremovíveis sem a manifestação da graça de Deus.
Já o segundo Adão veio para remover os escombros deixados pela queda e reconstruir o paraíso perdido. Está escrito: “Assim como por meio da desobediência de um só homem [o primeiro Adão] muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio de um único homem [o segundo Adão] muitos serão feitos justos” (Rm 5.19).
O primeiro Adão é o único responsável pela grande destruição. E o segundo Adão é o único responsável pela grande reconstrução. O Adão do Éden trouxe o pecado para o mundo. O Adão do Getsêmani é o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1.29).
Achar o Messias significa enxergar uma porta aberta no drama do pecado e no drama da morte. Significa enxergar nitidamente uma luz no fim do túnel.
Em duas ocasiões diferentes Paulo dá graças a Deus por Jesus Cristo com profundo senso de gratidão e real conhecimento de causa. No primeiro “Graças a Deus!”, ele agradece porque Jesus Cristo é aquele que lhe dá a vitória sobre a força monstruosa do pecado residente (Rm 7.24-25). No segundo “Graças a Deus!”, ele agradece porque Jesus Cristo é aquele que lhe dá a vitória sobre o poder monstruoso da morte física (1 Co 15.57). Se o pecado é a dificuldade básica, a morte é “a angústia básica de todo ser humano”, “a grande neurose das civilizações” e uma das mais teimosas e iniludíveis manifestações da finitude e impotência humana”.
A descoberta do Messias é a maior e mais feliz de todas as descobertas!
fonte: Ultimato
link: http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&secMestre=1048&sec=1054&num_edicao=296
Na história do Antigo Testamento, de vez em quando aparecem certos verbos que dão a entender que alguma coisa estava perdida e foi achada. Por ocasião da reforma do templo de Jerusalém, na época de Josias, por exemplo, o sumo sacerdote Hilquias encontrou o livro da Lei (2 Rs 22.8).
Na época de Neemias, “descobriram na Lei que o Senhor tinha ordenado, por meio de Moisés, que os israelitas deveriam morar em tendas durante a festa do sétimo mês” (Ne 8.14). Pouco depois, achou-se também “que nenhum amonita ou moabita jamais poderia ser admitido no povo de Deus” (Ne 13.1). Eram fatos sérios perdidos ou esquecidos em épocas de crises. Daí a necessidade de se redescobrir certas coisas que ainda estão esquecidas ou relegadas a planos inferiores.
A descoberta do paradigma
O modelo de comportamento ordenado por Deus aos cristãos não é outro senão aquele que foi dado aos israelitas na travessia do deserto: “Consagrem-se e sejam santos, porque eu sou santo” (Lv 11.44; 19.2; 20.7).
Jesus apresentou o mesmo padrão de conduta logo no início do sermão do monte: “Sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês” (Mt 5.48).
Paulo bate na mesma tecla: “Deus nos escolheu nele [em Cristo] antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença” (Ef 1.4) e “Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade” (1 Ts 4.7).
Pedro traz à tona o velho argumento de que a santidade de Deus nos obriga a ser santos: “Assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, porque eu sou santo” (1 Pe 1.15-16).
Precisamos ter certeza absoluta de que a mentira, o suborno, a soberba, a profanação do santo nome de Deus, o egoísmo, a injustiça social, e o orgulho ainda são pecado, e de que o casamento ainda deve ser heterossexual e estável.
Em tempos difíceis e sombrios, de generalizada corrupção, o paradigma precisa ser redescoberto. Foi o que aconteceu por ocasião do 18º ano do reinado de Josias (2 Rs 22.8-23.25), bem como em outras ocasiões na história bíblica e na história da igreja (por ocasião da Reforma e em épocas de autênticos reavivamentos).
A descoberta da dificuldade básica
O maior problema do homem não são nem a influência esmagadora da presente ordem deste mundo, vendido ao pecado, nem a atuação satânica. Certamente a sua dificuldade maior, mais antiga, mais entranhável, mais escondida, mais resistente e mais incontida não é outra senão o pecado residente. É Jesus quem chama a atenção para a realidade desse problema: “O que sai do homem é que o torna ‘impuro’. Pois do interior do coração dos homens vêm os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos. Os homicídios, os adultérios, as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez. Todos esses males vêm de dentro e tornam o homem ‘impuro’” (Mc 7.20-23). Numa linguagem mais rústica, o que Jesus está afirmando é que nós somos uma lata de lixo. Ele não é o único a pôr o dedo no lugar exato da ferida. Salomão assevera que o coração humano “está cheio de maldade e de loucura durante toda a vida” (Ec 9.3). Tiago ensina que a tentação nunca vem da parte de Deus: “Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido” (Tg 1.14). Nossas dificuldades de relacionamento social, inclusive, vêm das paixões que guerreiam dentro de nós (Tg 4.1).
Na prática, existe uma “guerra civil” que vai perdurar até a volta do Senhor. Paulo explica: “A carne [a bagagem pecaminosa que carregamos] deseja o que é contrário ao Espírito [a presença do próprio Deus em nós]; e o Espírito, o que é contrário à carne” (Gl 5.17). “Estas duas forças dentro de nós”, continua o apóstolo, “estão lutando constantemente uma contra a outra, a fim de ganharem o domínio sobre nós, e os nossos desejos nunca estão livres de suas pressões” (Gl 5.17, BV).
A melhor exposição da dificuldade básica para se alcançar o paradigma da conduta ideal é a da lavra de Paulo. O apóstolo investiga-se acuradamente para encontrar a razão da teimosia, da freqüência, da perseguição e da ousadia do pecado. Então ele descobre o tal pecado residente: “Neste caso [de fazer não o que desejo, mas o que odeio], não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim” (Rm 7. 17, 20); “Quando quero fazer o bem, o mal está junto a mim” (Rm 7.21); “No íntimo de meu ser tenho prazer na Lei de Deus [o tal paradigma]; mas vejo outra lei atuando nos membros de meu corpo, guerreando contra a lei de minha mente, tornando-me prisioneiro da lei do pecado que atua em meus membros” (Rm 7.22-23).
Não há outra doutrina bíblica e teológica tão universalmente aceita quanto a teologia do pecado residente, tanto na literatura religiosa como na literatura secular. Na literatura secular não se usa a palavra “pecado”. Os que abordam o assunto preferem usar outras expressões sinônimas : “o lado ruim”, “o lado animal”, “o lado crápula”, “o lado diabólico”, “a parte maldita”, “o fantasma interior”, “o impulso negativo”, “o instinto agressivo”, “o lixo emocional”, “o leão adormecido”, “o demônio escondido” e até “o espírito porco”. (Veja O drama do “pecado residente” na versão religiosa e O drama do “pecado residente” na versão secular)
A descoberta do messias
Logo após o seu primeiro encontro com Jesus, André revelou a Pedro: “Achamos o Messias” (Jo 1.41).
Se as descobertas do paradigma e do pecado residente são descobertas iniciais, desconcertantes e opressivas, a descoberta do Messias é simplesmente maravilhosa. O Messias (o Salvador) não é outro senão o Senhor Jesus Cristo, que Paulo chama inteligentemente de “o segundo Adão”, para diferenciá-lo do “primeiro Adão”.
O primeiro Adão foi criado à imagem e semelhança de Deus no paraíso do Éden. Recebeu da parte do criador liberdade e capacidade para mandar e desmandar, mas pôs tudo a perder, tanto a criatura como a criação. Por meio dele, “o pecado entrou no mundo” e “pelo pecado a morte” (Rm 5.12). Pecado e morte, irmãos gêmeos, são as duas maiores desgraças da raça humana, invencíveis e irremovíveis sem a manifestação da graça de Deus.
Já o segundo Adão veio para remover os escombros deixados pela queda e reconstruir o paraíso perdido. Está escrito: “Assim como por meio da desobediência de um só homem [o primeiro Adão] muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio de um único homem [o segundo Adão] muitos serão feitos justos” (Rm 5.19).
O primeiro Adão é o único responsável pela grande destruição. E o segundo Adão é o único responsável pela grande reconstrução. O Adão do Éden trouxe o pecado para o mundo. O Adão do Getsêmani é o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1.29).
Achar o Messias significa enxergar uma porta aberta no drama do pecado e no drama da morte. Significa enxergar nitidamente uma luz no fim do túnel.
Em duas ocasiões diferentes Paulo dá graças a Deus por Jesus Cristo com profundo senso de gratidão e real conhecimento de causa. No primeiro “Graças a Deus!”, ele agradece porque Jesus Cristo é aquele que lhe dá a vitória sobre a força monstruosa do pecado residente (Rm 7.24-25). No segundo “Graças a Deus!”, ele agradece porque Jesus Cristo é aquele que lhe dá a vitória sobre o poder monstruoso da morte física (1 Co 15.57). Se o pecado é a dificuldade básica, a morte é “a angústia básica de todo ser humano”, “a grande neurose das civilizações” e uma das mais teimosas e iniludíveis manifestações da finitude e impotência humana”.
A descoberta do Messias é a maior e mais feliz de todas as descobertas!
fonte: Ultimato
link: http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&secMestre=1048&sec=1054&num_edicao=296
A Tentação da IDOLATRIA
No Antigo Testamento um dos maiores esforços dos profetas é para acabar com a idolatria em Israel. Na época de Amós, os israelitas são julgados porque “inclinam-se diante de qualquer altar” (Am 2.8).
Como é possível a um povo de propriedade exclusiva do Senhor, treinado durante mais de mil anos a não adorar outros deuses além do Senhor, calcado nos Dez Mandamentos e várias vezes severamente punido por ter praticado a idolatria — como é possível a esse povo inclinar-se mais uma vez a “qualquer altar”? Esse negócio de “qualquer altar” é vício das nações pagãs, e não de Israel.
A igreja do Novo Testamento, formada de pessoas convertidas no ambiente monoteísta de Israel e no ambiente politeísta de outras nações, estaria livre da tentação da idolatria?
Os apóstolos deixam bem claro que a idolatria era coisa do passado na vida dos crentes. Antes da conversão, os coríntios eram idólatras mas, depois, já não o são (1 Co 6.9-11). Todo mundo sabia que os tessalonicenses, depois de terem aceitado o evangelho, deixaram os ídolos “a fim de servir ao Deus vivo e verdadeiro” (1 Ts 1.9). Pedro lembra aos eleitos de Deus espalhados pela Ásia Menor que no passado eles viviam na “idolatria repugnante” (1 Pe 4.3).
Todavia, o perigo de inclinarem-se a “qualquer altar” continua ontem e hoje. Daí a exortação de Paulo — “Fujam da idolatria” (1 Co 10.14) — e a de João —“Guardem-se dos ídolos” (1 Jo 5.21).
Não se deve pensar que a palavra ídolo se refere exclusivamente às tais imagens que nem sequer falam, embora o artífice tenha moldado a boca, e nem sequer andam, embora o mesmo artífice tenha colocado as duas pernas no lugar certo (Sl 115.4-7).
É por isso que a palavra “Guardem-se dos ídolos” é traduzida para “Cuidado com os falsos deuses” (NTLH) e para “Afastem-se de qualquer coisa que possa tomar o lugar de Deus no coração de vocês” (BV). Segundo a nota de rodapé da Bíblia Pastoral, para o apóstolo, “ídolos são pessoas, coisas, estruturas e projetos que produzem escravidão e morte e se apresentam como absolutos, pretendendo substituir o projeto de vida e liberdade que Deus realizou em Jesus Cristo”.
O horror a “qualquer altar” deve ser mantido com muito cuidado, pois sobre ele não estão os repugnantes ídolos do passado, mas os atraentes ídolos do presente.
A sociedade de consumo está cheia de altares. O verdadeiro adorador não pode desalojar o verdadeiro Deus de sua verdadeira glória nem se inclinar a “qualquer altar”, sejam os altares da riqueza, da glória própria ou das paixões incontroláveis. Ele é adorador de altar único, pois só ao Senhor se deve prestar culto (Mt 4.10)!
fonte: Ultimato
link:http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=813&secMestre=874&sec=883&num_edicao=291
Como é possível a um povo de propriedade exclusiva do Senhor, treinado durante mais de mil anos a não adorar outros deuses além do Senhor, calcado nos Dez Mandamentos e várias vezes severamente punido por ter praticado a idolatria — como é possível a esse povo inclinar-se mais uma vez a “qualquer altar”? Esse negócio de “qualquer altar” é vício das nações pagãs, e não de Israel.
A igreja do Novo Testamento, formada de pessoas convertidas no ambiente monoteísta de Israel e no ambiente politeísta de outras nações, estaria livre da tentação da idolatria?
Os apóstolos deixam bem claro que a idolatria era coisa do passado na vida dos crentes. Antes da conversão, os coríntios eram idólatras mas, depois, já não o são (1 Co 6.9-11). Todo mundo sabia que os tessalonicenses, depois de terem aceitado o evangelho, deixaram os ídolos “a fim de servir ao Deus vivo e verdadeiro” (1 Ts 1.9). Pedro lembra aos eleitos de Deus espalhados pela Ásia Menor que no passado eles viviam na “idolatria repugnante” (1 Pe 4.3).
Todavia, o perigo de inclinarem-se a “qualquer altar” continua ontem e hoje. Daí a exortação de Paulo — “Fujam da idolatria” (1 Co 10.14) — e a de João —“Guardem-se dos ídolos” (1 Jo 5.21).
Não se deve pensar que a palavra ídolo se refere exclusivamente às tais imagens que nem sequer falam, embora o artífice tenha moldado a boca, e nem sequer andam, embora o mesmo artífice tenha colocado as duas pernas no lugar certo (Sl 115.4-7).
É por isso que a palavra “Guardem-se dos ídolos” é traduzida para “Cuidado com os falsos deuses” (NTLH) e para “Afastem-se de qualquer coisa que possa tomar o lugar de Deus no coração de vocês” (BV). Segundo a nota de rodapé da Bíblia Pastoral, para o apóstolo, “ídolos são pessoas, coisas, estruturas e projetos que produzem escravidão e morte e se apresentam como absolutos, pretendendo substituir o projeto de vida e liberdade que Deus realizou em Jesus Cristo”.
O horror a “qualquer altar” deve ser mantido com muito cuidado, pois sobre ele não estão os repugnantes ídolos do passado, mas os atraentes ídolos do presente.
A sociedade de consumo está cheia de altares. O verdadeiro adorador não pode desalojar o verdadeiro Deus de sua verdadeira glória nem se inclinar a “qualquer altar”, sejam os altares da riqueza, da glória própria ou das paixões incontroláveis. Ele é adorador de altar único, pois só ao Senhor se deve prestar culto (Mt 4.10)!
fonte: Ultimato
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Infantilização do LEGALISMO
Postado por Gutierres Siqueira
Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; as quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne. (Cl 2. 20-23)
Você acredita que tem gente sendo disciplinada (lê-se: Retirada da comunhão da igreja, além de “privação” do céu) porque simplesmente resolveu pintar uma unha ou cortar as pontas do cabelo? Você acredita que alguns pregadores fanáticos pregam que é um grave pecado assistir qualquer programa jornalístico? Você acredita que alguns condenam o uso inclusive de uma gravata vermelha? Sim, essa é a realidade de milhares de evangélicos todos os dias nesse país.
Esses líderes pensam e agem como se suas ovelhas fossem crianças medievais, das quais não viviam senão debaixo de inúmeras regras. Os legalistas produzem a infantilização do seu rebanho. Quando uma regra não é acompanhada de pesada vigilância da liderança, logo acontece a transgressão dessas normas. Por que isso acontece? Porque os princípios bíblicos não estão enraizados no coração, mas sim no raso pires do legalismo, na superficialidade de exterioridade.
Quando uma liderança acredita que seus subordinados são crianças necessitadas de regras, não demora muito para que os abusos de autoritarismo surjam. Toda igreja legalista tem líderes autoritários. Isso é uma regra, com poucas exceções. A “piedade pervertida” manifesta suas garras e seus choques de uma liderança distante do modelo “líder-servo”, exposto por Jesus Cristo, pois “qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva” (Mc 10.43).
Portanto, os “tabus comunais” onde as denominações criam milhares de regras acima das Escrituras, baseadas em suas tradições e pensamentos humanos, surgem então uma igreja doente, legalista, hipócrita, mas bem distante da santidade bíblica, que brota do interior e manifesta no exterior. Mais do que essas “listinhas de regras” necessitamos mergulhar em nossos corações os princípios bíblicos, que nortearão nossas vidas sem cabresto. Não esqueçamos que a santidade vem de Deus e começa pelo espírito, para então chegar ao corpo (I Ts 5.23). O caminho contrário é uma deturpação.
fonte: www.teologiapentecostal.blogspot.com
Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; as quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne. (Cl 2. 20-23)
Você acredita que tem gente sendo disciplinada (lê-se: Retirada da comunhão da igreja, além de “privação” do céu) porque simplesmente resolveu pintar uma unha ou cortar as pontas do cabelo? Você acredita que alguns pregadores fanáticos pregam que é um grave pecado assistir qualquer programa jornalístico? Você acredita que alguns condenam o uso inclusive de uma gravata vermelha? Sim, essa é a realidade de milhares de evangélicos todos os dias nesse país.
Esses líderes pensam e agem como se suas ovelhas fossem crianças medievais, das quais não viviam senão debaixo de inúmeras regras. Os legalistas produzem a infantilização do seu rebanho. Quando uma regra não é acompanhada de pesada vigilância da liderança, logo acontece a transgressão dessas normas. Por que isso acontece? Porque os princípios bíblicos não estão enraizados no coração, mas sim no raso pires do legalismo, na superficialidade de exterioridade.
Quando uma liderança acredita que seus subordinados são crianças necessitadas de regras, não demora muito para que os abusos de autoritarismo surjam. Toda igreja legalista tem líderes autoritários. Isso é uma regra, com poucas exceções. A “piedade pervertida” manifesta suas garras e seus choques de uma liderança distante do modelo “líder-servo”, exposto por Jesus Cristo, pois “qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva” (Mc 10.43).
Portanto, os “tabus comunais” onde as denominações criam milhares de regras acima das Escrituras, baseadas em suas tradições e pensamentos humanos, surgem então uma igreja doente, legalista, hipócrita, mas bem distante da santidade bíblica, que brota do interior e manifesta no exterior. Mais do que essas “listinhas de regras” necessitamos mergulhar em nossos corações os princípios bíblicos, que nortearão nossas vidas sem cabresto. Não esqueçamos que a santidade vem de Deus e começa pelo espírito, para então chegar ao corpo (I Ts 5.23). O caminho contrário é uma deturpação.
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ABUSOS DA LIDERANÇA
Postado por Gutierres Siqueira
“Mesmo se o pastor estiver errado, nós devemos obedecê-lo, pois a Bíblia diz que devemos honrar nossos líderes”. Eu já tive o desprazer de ouvir essa asquerosa frase. Incrivelmente há aqueles que pregam uma obediência cega aos seus pastores. Pessoas que acreditam que os seus líderes são incriticáveis, infalíveis, uma espécie de “papa evangélico” ou no evangeliquês, um “ungido do Senhor”. Pastores que estão acima das Escrituras, pois suas palavras são “inspiradas” por Deus e soam como Palavra do Senhor.
Muitos pastores carismáticos (em ambos os sentidos) usam de um poder persuasivo, com toques de emocionalismo exacerbado, para “manipular” os fiéis. Utilizando supostos “dons” do Espírito (?) para humilhar pessoas, por meio de supostas revelações e profecias e até exigir quantias de dinheiro através de “atos proféticos”. A jornalista Marília de Camargo César escreveu uma reportagem em formato de livro sobre abuso de autoridade por parte de pastores evangélicos, ela conclui:
Uma das conclusões a que cheguei foi que esse tipo de culto fortemente movido pelas emoções confere enorme poder à liderança. E o poder é uma espada que poucos manejam com graça. É fácil errar a mão. É fácil cair na tentação de manipular. [1]
Outros acreditam piamente que maldição de pastor pega. Ou seja, crentes que são ameaçados “espiritualmente” ao trocarem de congregação ou por não acatarem uma decisão do líder, pois esses pastores alertam sobre a grave ameaça de sair de sua “cobertura espiritual”. Certamente se alguém ouvir essa espécie de maldição deve sair o mais rápido possível. Eles são verdadeiros terroristas “espirituais”, uma espécie de “pastor Bin Laden”. Existiria algo mais pagão do que isso? Difícil responder.
E a bajulação?Uma verdadeira praga. Quem disse que pastores devem viver em um modo de vida irreal, com dissonância em relação as suas ovelhas? Há congregações que, tendo pobres em seu meio, pagaram viagens para Israel aos seus pastores. Tudo bem, se o pastor tiver condições de fazer essa maravilhosa viagem, que faça, mas baseadas em uma oferta de uma congregação necessitada, aí não dá. Os espertalhões logo dizem que os críticos são hipócritas e tentam escapar de suas vaidades acusando outros. A mania de grandeza de alguns afeta inclusive seu ministério da pregação (bem rentável por sinal), pois jamais transmitem a Palavra em ambientes desagradáveis. Como escreveu o pastor José Gonçalves: “As ovelhas gemem quando o pastor conhece mais a arte de tosquiar do que a de apascentar” [2].
Em muitas igrejas pentecostais e neopentecostais, com suas estruturas caudilhistas, enxergam seus líderes não como servos, mas como empresários, administradores, CEOs e até minimonarcas. Nessa condição, os mesmos ganham uma cadeira de destaque nos palanques da igreja, sendo a mais bonita das cadeiras. Aliás, qual a funcionalidade daquele palanque cheio de homens engravatados sentados? Lembro que certa vez fui a um casamento, que inclusive estava sendo filmado, e os auxiliares daquela igreja estavam todos no “púlpito”, uma coisa nada haver, um verdadeiro vício dos lugares especiais. O pior é quando acontece alguma festa na igreja, onde visitantes ficam de pé, por causa da lotação, e os diáconos, auxiliares, presbitérios etc., todos sentados naquele palanque.
Ainda há a maldita idolatria. Crentes que não acreditam em santos e imagens de escultura como seus mediadores, mas agem como se seus pastores fosse esses mediadores, por serem pessoas com uma suposta aura especial. Outros líderes encarnam essa idolatria e logo mudam sua nomenclatura para apóstolos, e logo serão conhecidos como semideus. Pessoas que atribuem a si mesmo o poder e os milagres.
Como no texto que escrevi nessa quarta-feira (veja logo abaixo), o abuso das autoridades “espirituais” se dá também por meio de legalismos infantilizantes. Aplicam regras e mais regras além das Escrituras e acabam criando um estado de forte repreensão e medo. Tal ambiente é facilitador de toda sorte de abuso. Portanto, é muito pecado sob a capa de “santidade”, só que essa santidade não é bíblica.
Muitos outros exemplos poderiam ser dados, mas também devemos dar graças a Deus pelos bons pastores, que estão longe desses modelos caudilhistas, que não valorizam o poder acima do humano. Pessoas que dedicam sua vida para o crescimento do Reino de Deus e entregam sua vida para uma linda obra pastoral. Portanto, honrai aos bons pastores, denunciai os falsos.
Referências Bibliográficas:
[1] CÉSAR, Marília de Camargo. Feridos em Nome de Deus. 1 ed. São Paulo: Mundo Cristão, 2009. p 19.
[2] GONÇALVES, José. As Ovelhas também Gemem. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. p 67.
fonte: www.teologiapentecostal.blogspot.com
“Mesmo se o pastor estiver errado, nós devemos obedecê-lo, pois a Bíblia diz que devemos honrar nossos líderes”. Eu já tive o desprazer de ouvir essa asquerosa frase. Incrivelmente há aqueles que pregam uma obediência cega aos seus pastores. Pessoas que acreditam que os seus líderes são incriticáveis, infalíveis, uma espécie de “papa evangélico” ou no evangeliquês, um “ungido do Senhor”. Pastores que estão acima das Escrituras, pois suas palavras são “inspiradas” por Deus e soam como Palavra do Senhor.
Muitos pastores carismáticos (em ambos os sentidos) usam de um poder persuasivo, com toques de emocionalismo exacerbado, para “manipular” os fiéis. Utilizando supostos “dons” do Espírito (?) para humilhar pessoas, por meio de supostas revelações e profecias e até exigir quantias de dinheiro através de “atos proféticos”. A jornalista Marília de Camargo César escreveu uma reportagem em formato de livro sobre abuso de autoridade por parte de pastores evangélicos, ela conclui:
Uma das conclusões a que cheguei foi que esse tipo de culto fortemente movido pelas emoções confere enorme poder à liderança. E o poder é uma espada que poucos manejam com graça. É fácil errar a mão. É fácil cair na tentação de manipular. [1]
Outros acreditam piamente que maldição de pastor pega. Ou seja, crentes que são ameaçados “espiritualmente” ao trocarem de congregação ou por não acatarem uma decisão do líder, pois esses pastores alertam sobre a grave ameaça de sair de sua “cobertura espiritual”. Certamente se alguém ouvir essa espécie de maldição deve sair o mais rápido possível. Eles são verdadeiros terroristas “espirituais”, uma espécie de “pastor Bin Laden”. Existiria algo mais pagão do que isso? Difícil responder.
E a bajulação?Uma verdadeira praga. Quem disse que pastores devem viver em um modo de vida irreal, com dissonância em relação as suas ovelhas? Há congregações que, tendo pobres em seu meio, pagaram viagens para Israel aos seus pastores. Tudo bem, se o pastor tiver condições de fazer essa maravilhosa viagem, que faça, mas baseadas em uma oferta de uma congregação necessitada, aí não dá. Os espertalhões logo dizem que os críticos são hipócritas e tentam escapar de suas vaidades acusando outros. A mania de grandeza de alguns afeta inclusive seu ministério da pregação (bem rentável por sinal), pois jamais transmitem a Palavra em ambientes desagradáveis. Como escreveu o pastor José Gonçalves: “As ovelhas gemem quando o pastor conhece mais a arte de tosquiar do que a de apascentar” [2].
Em muitas igrejas pentecostais e neopentecostais, com suas estruturas caudilhistas, enxergam seus líderes não como servos, mas como empresários, administradores, CEOs e até minimonarcas. Nessa condição, os mesmos ganham uma cadeira de destaque nos palanques da igreja, sendo a mais bonita das cadeiras. Aliás, qual a funcionalidade daquele palanque cheio de homens engravatados sentados? Lembro que certa vez fui a um casamento, que inclusive estava sendo filmado, e os auxiliares daquela igreja estavam todos no “púlpito”, uma coisa nada haver, um verdadeiro vício dos lugares especiais. O pior é quando acontece alguma festa na igreja, onde visitantes ficam de pé, por causa da lotação, e os diáconos, auxiliares, presbitérios etc., todos sentados naquele palanque.
Ainda há a maldita idolatria. Crentes que não acreditam em santos e imagens de escultura como seus mediadores, mas agem como se seus pastores fosse esses mediadores, por serem pessoas com uma suposta aura especial. Outros líderes encarnam essa idolatria e logo mudam sua nomenclatura para apóstolos, e logo serão conhecidos como semideus. Pessoas que atribuem a si mesmo o poder e os milagres.
Como no texto que escrevi nessa quarta-feira (veja logo abaixo), o abuso das autoridades “espirituais” se dá também por meio de legalismos infantilizantes. Aplicam regras e mais regras além das Escrituras e acabam criando um estado de forte repreensão e medo. Tal ambiente é facilitador de toda sorte de abuso. Portanto, é muito pecado sob a capa de “santidade”, só que essa santidade não é bíblica.
Muitos outros exemplos poderiam ser dados, mas também devemos dar graças a Deus pelos bons pastores, que estão longe desses modelos caudilhistas, que não valorizam o poder acima do humano. Pessoas que dedicam sua vida para o crescimento do Reino de Deus e entregam sua vida para uma linda obra pastoral. Portanto, honrai aos bons pastores, denunciai os falsos.
Referências Bibliográficas:
[1] CÉSAR, Marília de Camargo. Feridos em Nome de Deus. 1 ed. São Paulo: Mundo Cristão, 2009. p 19.
[2] GONÇALVES, José. As Ovelhas também Gemem. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. p 67.
fonte: www.teologiapentecostal.blogspot.com
Psicologia no Púlpito

Não creio que a psicologia deva ser usada como ferramenta de púlpito cristão. Ela é imprópria para aquilo que propomos usá-la! A psicologia nasceu da necessidade de “libertar” o homem da presença divina e, por conseqüência, da “escravidão” que seu criador pensava ser o sistema religioso.
Sigmund Freud era filho de judeus, mas tal fato não o auxiliou a crer em Deus.
Em conversas com pastores e lendo os textos bíblicos, extraiu princípios cristãos a fim de serem usados num sistema que, excluindo a divindade, permitisse ao homem auxiliar outro homem, sem, no entanto, ficar preso aos sistemas religiosos inerentes da época.
Era a solução perfeita para acompanhar a tese Darwiniana! “A morte de Deus”. Este foi o “boom” que a mídia veiculou!
A Psicologia não foi criada para ser uma ferramenta de auxílio à Bíblia, mas sim, para ser sua competidora mais voraz, afirmando ter a resposta para os problemas espirituais do homem, coisa que a Bíblia afirma, criteriosamente, ser a única a possuir.
De início, temos dois sistemas que competem pela posse da verdade, um deles bíblicos e o outro formulado de uma mente atéia em rebeldia ao governo divino. Tal menção, por si só, é suficiente para uma profunda reflexão sobre o porquê de estarmos amalgamando substâncias diametralmente opostas, por mais que aparentem um mútuo auxílio entre elas.
Como qualquer bom médico poderia comprovar, o maior problema de um paciente não está na doença, mas sim, na administração equivocada do remédio errado, fruto do mau diagnóstico feito pelo profissional da área. Ele, simplesmente, pode gerar conseqüências fatais ao enfermo. Se a causa do problema for mal diagnosticada, o tratamento tenderá de ineficiente a mortífero, dependendo do tempo de submissão ao tratamento e a dose administrada.
A análise freudiana é incapaz de remeter o problema do homem a causa motriz, o pecado original, e por isso, ineficiente para tratar a doença! É com o tratar câncer com aspirina, o doente não estará mais sentindo dor, contudo, não estará curado e irá morrer da mesma forma. Somente, pensa que está melhorando quando na realidade, seu sistema nervoso está sendo enganado para que não sinta dores. Um estímulo positivo que engana o sistema nervoso e o faz crer que estamos melhorando, quando continuamos a ser arrastados rumo ao julgamento final.
A análise freudiana remete os problemas humanos à formação do ser e identifica inúmeras fases a fim de descrever os problemas correlatos de cada fase. Todo problema humano remete-se a simplicidade de impulsos, desejos e anseios que o ID deseja satisfazer, mas que são inibidos por causa do SUPEREGO, formado a partir das regras e costumes da sociedade. A resposta do sistema freudiano é liberar o ID agindo na diminuição da inibição causada pelo SUPEREGO, ou seja, permissão concedida para satisfazer a própria vontade.
A bíblia trabalha a questão de forma contrária! O superego não é formado pela sociedade, mas sim, uma consciência impressa no homem por Deus a fim de balizar suas ações, e esta, impressa em nossas mentes por causa da queda. A Bíblia ensina que tal consciência não é algo que deva ser ignorada em prol da satisfação egoísta de nossos desejos. Antes, somos orientados a não pensar de si mais do que nos convém e negarmo-nos a si mesmos, constantemente.
Os sistemas competem entre si. Uma única proposta, a cura para os males do homem, contudo, cada uma aponta para um lado, completamente, diferente. Não há liga! Ao uni-los, não torno a pregação Bíblica mais eficaz, mas retiro dela tudo aquilo que ela julga ser: A verdade absoluta que não necessita de complementos!
Apesar de não crer que as duas devam ser unidas num único sistema, não excluo a necessidade de conhecê-la profundamente, pois a sociedade em que vivemos é uma sociedade psicológica, onde os termos Ego, Egoísmo, Psique, entre outros, estão fortemente arraigados a nossa cultura.
Ora, se temos que trazer alguém das trevas para a luz, devemos conhecer como funciona o pensamento dentro de uma sociedade psicológica, para entendermos os pontos de conflito entre a verdade que pregamos com aquela que o mundo afirma ser verdade.
Que ninguém fique nestes pequeninos parágrafos, mas que busquem e pesquisem na ânsia salutar de encontrar a verdade...
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
Postado por O PENSADOR
fonte:http://www.opensador.info/2009/02/psicologia-no-pulpito.html?obref=outbrain
A Maldição do Dedo Podre Evangélico!

Por Alessandro Monteiro
Tenho observado o andamento das coisas e entristecidamente eu confesso que não consigo assimilar as enormes diferenças existentes entre o evangelho de Cristo e o “evangeliquês” que se tem pregado já há muito tempo. Busco razões na Bíblia para atender aos chamados de quem se diz cristão, mas na realidade, na hora do aperto e da contradição acaba-se demonstrando semelhante ao homem comum, mundano e sem Deus.
Como pode alguém que se considera convertido ao Cristo ressurreto conviver com a idéia de que seus costumes guardados e sua língua perniciosa o torna mais santo e que essas coisas o levarão ao céu? Onde em algum momento o Mestre apontou o dedo para algum pecador e o condenou? Antes disse que esse era pecador e que deveria se arrepender e não mais pecar. Onde o Senhor condenou alguém por ser apenas um homem falho? Antes condenou as falhas e morreu por todos os homens.
O dedo podre tem desenvolvido e contaminado o povo com sua podridão. E analisando com cuidado percebe-se que não acusam porque não fazem e sim porque tem medo de fazer. Isso é coisa de fariseu! Vejo e ouço dizerem que Fulano ou Cicrano não é “crente”, pois usa roupas não tradicionais ao costume que o homem implantou na Igreja dizendo ser DOUTRINA. Já pensaram que isso é contra a Palavra e que nela acrescentam seus “entendimentos”? Isso SIM é pecado! Querem ser separados do mundo, mas usam isso para destituírem quem quer que ande no Caminho e não respeite seus dogmas de bom agrado da Glória do Senhor Jesus. Mas então Deus resolve justificar o JUSTO (ficou redundante) e aquele que dantes queria lançá-lo ao mármore do inferno, agora está perdido, sentindo-se humilhado por sua própria índole. Então nasce um dos mais vis espíritos que tem se agregado debaixo dos átrios dos maledicentes, a vingança!
Um sentimento ruim que assombra, que anda a espreita, que observa tudo e todos e faz do "justificado por Cristo" o maior alvo de sua existência. Para esse sentimento, os dogmas e doutrinas triplicam e as verdades e amor de Cristo não mais existem, agora existe apenas sua meta a ser atingida, "derrubar aquele que Deus levantou no seu lugar". Então surgem as fofocas, o “disse me disse”, lançando em xeque a credibilidade das pessoas, como se Deus Todo Poderoso não soubesse o que se passa no coração de cada um, como se Deus dormisse no ponto e deixasse o que não escapou aos olhos da ave de rapina, passar despercebido.
Isso realmente é o maior e mais mortífero câncer que existe dentro da igreja protestante, reformada e evangélica. E ainda tem quem se levante e diga que na igreja primitiva também era assim, portanto não precisamos evoluir... E vamos para o inferno como os que na igreja primitiva cometeram tais perjúrios? Li em algum lugar algo sobre nosso Jesus que me deixou muito pensativo e acredito que isso tenha feito minha torpeza parar e o veneno da minha língua se extinguir. Dizia nesse texto que se Jesus tivesse vindo nos dias de hoje, que para imaginarmos como foi o escândalo daquela época, que o veríamos sentados junto a prostitutas, traficantes, políticos corruptos,... O que diríamos? Ouviríamos suas palavras e nelas acharíamos a cura para nossos males, mas como os fariseus, diríamos que não vinha de Deus, pois não sentava junto aos “filhos” e sim com a “escória”. Então como poderíamos nós, filhos do Altíssimo seguir a um homem cujas palavras feriam os “justos” e afagavam os “ímpios”? E como da outra vez, a mesma história se repetiria, não somente porque estava escrito que assim deveria de ser, mas porque foi escrita assim, porque Deus conhece o coração do homem desde a sua criação.
fonte:http://membrodebanco.blogspot.com/2009/04/maldicao-do-dedo-podre-evangelico.html
NAZISMO EVANGÉLICO

Gostaria muito de saber o motivo pelo qual, nós, chamados seguidores ou imitadores de Cristo fazemos completamente o oposto daquilo que Jesus fez e ensinou, e o porque, que muitos de nossos irmãos e irmãs andam pelas ruas de nossas cidades como se fossem melhores ou superiores ao resto da sociedade.
Você já reparou o olhar altivo de muitos cristãos, direcionado àqueles que não estão vestidos quem sabe da mesma maneira que eles? Ou a cara fechada, e de poucas amizades que os cristãos fazem questão de fazer quando chegam a um lugar cheio de pessoas de todos os tipos de raças e religiões?
Não consigo entender quem nos ensinou a ser assim, mas de alguma maneira um “Farizeu Nazista” foi sim gerado dentro de todos nós. E é esse fariseu dentro de nós que faz com que nos julguemos melhores do que aqueles que ainda não aceitaram a Cristo, e muito mais em relação àqueles que estão na margem da sociedade.
Adolf Hitler foi o líder do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, também conhecido como Nazi, que possuía teses “Racistas” e “Anti-Semitas” e se considerava superior àqueles que não eram da raça considerada “pura”, no caso a raça Ariana.
Grupos como: Testemunhas de Jeová, eslavos, poloneses, ciganos, negros, homossexuais, deficientes físicos e mentais e judeus, eram marginalizados e em seguida brutalmente perseguidos e mortos, fato que ficou conhecido como “holocausto”durante o período da segunda guerra mundial.
Diz a história que A. Hitler era um homem que não admitia que seus oficiais e aliados fumassem, e ainda era uma pessoa polida e cordial no trato particular, quase paternal,
Hitler até gostava de se reunir com seus camaradas no restaurante, sempre pedindo um ravioli e água mineral, regado por papos discontraídos e muitas risadas.
Analisando o esteriótipo de Adolf Hitler, posso dizer que ele não era uma pessoa muito diferente dos crentes que lotam nossas igrejas. Pois a maioria deles não bebem, não fumam, são cordiais e mansos no falar com os seus irmãos e camaradas, porém não passam de “Nazistas Espirituais”, que marginalizam constantemente todos àqueles que são diferentes, pecadores, ou que até mesmo não se vestem ou pensam como eles.
É importante salientar que qualquer tipo de marginalização e preconceito é exatamente o oposto do que Jesus ensinou.
O amor segundo o apóstolo Paulo é o único dom que nunca perecerá e que pode verdadeiramente transformar alguém. Pois o amor é bondoso, não maltrata, e não se alegra com a injustiça...
Podemos ver relatados nos evangelhos que o Senhor Jesus, ao longo de seu ministério sobre a terra, deixou uma forte marca: o bom relacionamento com os pecadores. Jesus literalmente impressionava os religiosos da sua época, com demonstrações de amor e compaixão.
Então, agora é a nossa vez de impressionar e comover os religiosos da nossa época e todo o resto da sociedade, com demonstrações de amor, compaixão e afeto que possam destruir todo tipo de preconceito, ódio, ou sentimento de superioridade que ainda exista entre os homens.
Edificados Sejamos!
Postado por Thiago Rodrigo e Elinéias Fabrício
fonte: http://www.chamadospelagraca.blogspot.com/
22 de junho de 2009
Bobagens que cantamos por aí
"No mundo tereis aflições!"
Com esse afirmativo Jesus prepara-nos para enfrentarmos cada dia com o seu cotidiano mal.
Peculiar é a situação do apóstolo São Paulo: "Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação." Fp 4: 11
Paulo é categórico: "APRENDI" a viver contente, não que ele gostasse das catástrofes que marcaram seus dias de crente aqui; entendia o curso deste tenebroso mundo avesso a Jesus, e prosseguia.
"Sei o que é estar necessitado e sei também o que é ter mais do que preciso, aprendi o segredo de me sentir contente (.) quer esteja alimentado ou com fome." Fp 4: 12 – NTLH
O apóstolo dos gentios "aprendeu" a viver contente, pois viveu para e com o Senhor, não bajulava o próprio ventre. E trabalhou mais, plantou igrejas mais que todos. E foi capaz, em Deus, de proferir: "Com a força que Cristo me dá, posso enfrentar qualquer situação." Fp 4: 13. NTLH
Em momento algum encontraremos Paulo entoando musiquetas anestésicas do tipo: “Vai dar tudo certo!” Porque as pessoas sérias; e o Evangelho está cheio de gente séria, sabe que não é verdade, nem sempre vai dar tudo certo; passaremos por aflições.
Curioso é que a mesma música, que falsamente afirma que tudo vai dar certo, também lamenta: “Sei que a vida não é, só de momentos bons, há tempos difíceis, a vida é mesmo assim...” Mas, não ia dar tudo certo?
Bobagens que cantamos.
Entre os absurdos da Confissão Positiva, madrasta da teoria da restituição está esta canção-oração: ”Restitui, eu quero de volta o que é meu...” Mas, o que exatamente o novo homem deixou de bom lá atrás pra aporrinhar Deus pedindo de volta? Parece a mulher de Ló ao deixar Sodoma! O que perdi e quero de volta? Um ministério falido? Um casamento conspurcado? Um negócio escuso e cambaleante? A namorada que se mandou?
Pois eu quero tudo, novinho em folha, o Cristo a quem eu sirvo me prometeu e é fiel pra cumprir: II co 5: 17. A teoria da restituição poderia muito bem ser apelidada de “síndrome da mulher de Ló!” Quero um casamento novo todo dia, um ministério com nome do Céu e não de homens, flagrante macabro do autoculto. Importa que eu diminua.
Bobagens que cantamos.
Pedimos a Deus: “Quebre a minha vida, faze-a de novo.” Uma coisa é a inegável nobreza da petição, outra é que tal pedido baseia-se nos capítulos 18, 19 e 20 do livro de Jeremias; clamor por juízo? Suplico para ser entregue nas mãos de satanás, e disciplinado? Pois se bem me lembro, por toda a Bíblia Deus usa satanás ou coisas deste mundo, avesso a Jesus para açoitar-nos. Não é o que quero dizer, é o que digo.
A isso emendo outro descalabro: “Eu quero estar com Cristo onde a luta se travar...” Mal conseguimos resistir ao mal cotidiano, pecamos em assuntos caducos e trovejamos como a tropa de elite celestial. Absurda pretensão!
Bobagens que cantamos.
Nem a ordem eterna e soberana dos Céus é respeitada: “Põe um anjo aqui Senhor, põe um anjo lá, um anjo na porta e outro no altar...” Parece escalação de time de várzea, simples assim? Apoc 10: 1,2 descreve um único anjo, e já impressiona.
E a igreja vai assim, de bobagem em bobagem, contaminada pela “batalha espiritual” outro equívoco; a classe de catecúmenos está às moscas, mas anuncie um curso de “batalha”, lota. Onde estão as ovelhas, dependentes de Cristo, o general e seu exército de anjos, não de homens. O Senhor pelejará por vós, e vos calareis. Êxodo 14: 14. ARC
Rm 16: 20: “E Deus, logo esmagará satanás debaixo dos pés de vocês.” NTLH – Deveria encerrar as loucuras cantadas por aí, é Deus, e não nós quem esmagará satanás; até o gesto da “gospel” Fernanda Brum é esquisito. A mesma “ensina” que anjos recebem ordens de humanos - DVD apenas um toque – a patota “gospel” abusa, sem temor nem limites. A presença de Deus, o Soberano, é tratada como se trata um “despastor” qualquer; pop-gospel que se preza deixa Deus tomando chá de cadeira.
Aí, quando penso que os tropeços acabaram, a emissora “gospel”, cujo proprietário também gerencia a seção de títulos celestiais, toca: rompendo em fé, uma belíssima canção que, por força do hábito, um hábito ruim, afirma que: “Se diante de mim, não se abrir o mar, Deus vai me fazer andar por sobre as águas.” Claro, Deus é soberano pra fazer o que bem entender, abrir o mar, me fazer andar por sobre as águas etc... O que escapa aqui é a afirmação: se o mar não se abrir, Deus usa o plano B. e desde quando Deus precisa de plano B?
A afirmação, e aqui estamos tratando de afirmações espirituais contidas nas composições ditas de louvor a Deus, afronta Deus. O hit “gospel” afirma, ou sugere que, se Deus não for competente o suficiente para abrir o mar da tribulação, da falta de fé, da dificuldade, Ele dá um jeitinho e me faz passar por cima das tempestuosas águas da vida.
É milagre de livramento sim. O que não se pode ignorar? As afirmações.
Bobagens que cantamos.
(ex-interno do centro de recuperação de mendigos – Missão Vida)
www.mvida.org.br
www.sola-scriptura.com
fonte:http://www.ultimato.com.br/?pg=mural&local=mural_show&util=1®istro=1769
Com esse afirmativo Jesus prepara-nos para enfrentarmos cada dia com o seu cotidiano mal.
Peculiar é a situação do apóstolo São Paulo: "Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação." Fp 4: 11
Paulo é categórico: "APRENDI" a viver contente, não que ele gostasse das catástrofes que marcaram seus dias de crente aqui; entendia o curso deste tenebroso mundo avesso a Jesus, e prosseguia.
"Sei o que é estar necessitado e sei também o que é ter mais do que preciso, aprendi o segredo de me sentir contente (.) quer esteja alimentado ou com fome." Fp 4: 12 – NTLH
O apóstolo dos gentios "aprendeu" a viver contente, pois viveu para e com o Senhor, não bajulava o próprio ventre. E trabalhou mais, plantou igrejas mais que todos. E foi capaz, em Deus, de proferir: "Com a força que Cristo me dá, posso enfrentar qualquer situação." Fp 4: 13. NTLH
Em momento algum encontraremos Paulo entoando musiquetas anestésicas do tipo: “Vai dar tudo certo!” Porque as pessoas sérias; e o Evangelho está cheio de gente séria, sabe que não é verdade, nem sempre vai dar tudo certo; passaremos por aflições.
Curioso é que a mesma música, que falsamente afirma que tudo vai dar certo, também lamenta: “Sei que a vida não é, só de momentos bons, há tempos difíceis, a vida é mesmo assim...” Mas, não ia dar tudo certo?
Bobagens que cantamos.
Entre os absurdos da Confissão Positiva, madrasta da teoria da restituição está esta canção-oração: ”Restitui, eu quero de volta o que é meu...” Mas, o que exatamente o novo homem deixou de bom lá atrás pra aporrinhar Deus pedindo de volta? Parece a mulher de Ló ao deixar Sodoma! O que perdi e quero de volta? Um ministério falido? Um casamento conspurcado? Um negócio escuso e cambaleante? A namorada que se mandou?
Pois eu quero tudo, novinho em folha, o Cristo a quem eu sirvo me prometeu e é fiel pra cumprir: II co 5: 17. A teoria da restituição poderia muito bem ser apelidada de “síndrome da mulher de Ló!” Quero um casamento novo todo dia, um ministério com nome do Céu e não de homens, flagrante macabro do autoculto. Importa que eu diminua.
Bobagens que cantamos.
Pedimos a Deus: “Quebre a minha vida, faze-a de novo.” Uma coisa é a inegável nobreza da petição, outra é que tal pedido baseia-se nos capítulos 18, 19 e 20 do livro de Jeremias; clamor por juízo? Suplico para ser entregue nas mãos de satanás, e disciplinado? Pois se bem me lembro, por toda a Bíblia Deus usa satanás ou coisas deste mundo, avesso a Jesus para açoitar-nos. Não é o que quero dizer, é o que digo.
A isso emendo outro descalabro: “Eu quero estar com Cristo onde a luta se travar...” Mal conseguimos resistir ao mal cotidiano, pecamos em assuntos caducos e trovejamos como a tropa de elite celestial. Absurda pretensão!
Bobagens que cantamos.
Nem a ordem eterna e soberana dos Céus é respeitada: “Põe um anjo aqui Senhor, põe um anjo lá, um anjo na porta e outro no altar...” Parece escalação de time de várzea, simples assim? Apoc 10: 1,2 descreve um único anjo, e já impressiona.
E a igreja vai assim, de bobagem em bobagem, contaminada pela “batalha espiritual” outro equívoco; a classe de catecúmenos está às moscas, mas anuncie um curso de “batalha”, lota. Onde estão as ovelhas, dependentes de Cristo, o general e seu exército de anjos, não de homens. O Senhor pelejará por vós, e vos calareis. Êxodo 14: 14. ARC
Rm 16: 20: “E Deus, logo esmagará satanás debaixo dos pés de vocês.” NTLH – Deveria encerrar as loucuras cantadas por aí, é Deus, e não nós quem esmagará satanás; até o gesto da “gospel” Fernanda Brum é esquisito. A mesma “ensina” que anjos recebem ordens de humanos - DVD apenas um toque – a patota “gospel” abusa, sem temor nem limites. A presença de Deus, o Soberano, é tratada como se trata um “despastor” qualquer; pop-gospel que se preza deixa Deus tomando chá de cadeira.
Aí, quando penso que os tropeços acabaram, a emissora “gospel”, cujo proprietário também gerencia a seção de títulos celestiais, toca: rompendo em fé, uma belíssima canção que, por força do hábito, um hábito ruim, afirma que: “Se diante de mim, não se abrir o mar, Deus vai me fazer andar por sobre as águas.” Claro, Deus é soberano pra fazer o que bem entender, abrir o mar, me fazer andar por sobre as águas etc... O que escapa aqui é a afirmação: se o mar não se abrir, Deus usa o plano B. e desde quando Deus precisa de plano B?
A afirmação, e aqui estamos tratando de afirmações espirituais contidas nas composições ditas de louvor a Deus, afronta Deus. O hit “gospel” afirma, ou sugere que, se Deus não for competente o suficiente para abrir o mar da tribulação, da falta de fé, da dificuldade, Ele dá um jeitinho e me faz passar por cima das tempestuosas águas da vida.
É milagre de livramento sim. O que não se pode ignorar? As afirmações.
Bobagens que cantamos.
(ex-interno do centro de recuperação de mendigos – Missão Vida)
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19 de junho de 2009
Lembranças de algo que não há

Rodrigo de Lima Ferreira
No último domingo, celebrei a Ceia na igreja que pastoreio. Para mim, é um momento importante, quando vivenciamos um mistério, que é a presença de Jesus nos elementos e no culto. Na verdade, não dá para explicar aquilo que nós reformados chamamos de “sacramento”. No máximo, podemos compartilhar a experiência.
Enquanto me lembrava do culto e do momento da Ceia, da alegria de partilhar da mesa do Senhor com gente tão pecadora quanto eu, mas também tão alcançada pela graça salvadora de Jesus, comecei a ficar triste.
Não por causa do culto em si, nem pela igreja que pastoreio. Muito menos pelas pessoas de lá. Minha tristeza se deu por causa de um cansaço.
Acho que estou cansado, estafado, esgotado. Não se trata de cansaço físico, que uma boa noite de sono resolve, nem de cansaço ministerial. Estou cansado é dos rumos que a igreja evangélica brasileira anda tomando. Em contraste com a santidade e a intimidade que o Senhor nos proporciona, lembradas pela celebração da Ceia, vivemos tempos muito ruins. Parafraseando Frank Peretti, estamos vivendo em um mundo tenebroso. Não temo em afirmar que rumamos para uma grande apostasia.
A fé bíblica deixou de ser parâmetro para o ser cristão. Hoje as pessoas buscam cada vez mais ter experiências sensoriais, ainda que em total afronta às Escrituras. Bíblia? Ora, para quê Bíblia, se hoje temos profetas, bispos e apóstolos ungidos, vindo diretamente do trono de Deus, sem nenhuma chancela do Espírito Santo e de seu corpo, que é a Igreja (não confundir com “igrejas”) aqui na terra? Por que gastar tempo lendo e interpretando uma literatura em sua maior parte de origem semita, produzida há cerca de 2 mil anos, se hoje temos DVDs, CDs e outras bugigangas que trazem o alento necessário às almas ocas? Por que se importar em ser pastoreado de modo saudável, se hoje não nos importamos mais em viver um verdadeiro renascimento medieval? Se hoje se cobra um módico preço de cada incauto para que ele seja abençoado por Deus através de gente que confunde estética metrossexual com intrepidez ministerial? Em nossos tempos, não é melhor cantar “Restitui” do que “Tudo a Ti, Jesus, entrego”?
Sempre que posso, procuro alertar as pessoas sobre como a igreja evangélica brasileira tem se transformado nessa espécie de “Sodoma gospel”, onde as pessoas, ainda que religiosas, são más e agem contra o Senhor (Gn 13.13). Fico feliz com a igreja que pastoreio hoje, que tem sido receptiva àquilo que procuro alertar. E sei também de outras comunidades e igrejas locais onde se busca o evangelho verdadeiro. Mas sei também que estamos nos tornando exceção.
Sinto saudades do tempo em que as aberrações eram prontamente identificadas e rejeitadas, um tempo em que o “deus-mercado”, o “deus-espelho” e o “deus-sucesso-a-qualquer-preço” ainda não tinham colocado as garras de fora. E isso tudo me entristece bastante.
Sei que Deus ampara os seus, não permitindo que fiquem atordoados (1Pe 2.6). Sei que estamos vivendo o cumprimento das profecias acerca da volta de Jesus (Lc 18.8), e que apareceriam falsos cristos e falsos profetas anunciando a “última revelação fresquinha” de Deus (Mt 24.5, 23, 24) — o que de fato já está ocorrendo. Mas a vida ministerial tem dessas coisas. Que Deus me ajude a olhar mais para suas promessas, que refrigeram o coração e a alma (Sl 19.7), enquanto andamos no seu caminho.
• Rodrigo de Lima Ferreira, casado, duas filhas, é pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil desde 1997. Graduado em teologia e mestre em missões urbanas pela FTSA, hoje pastoreia a IPI de Rolim de Moura, RO.
fonte:http://www.ultimato.com.br/?pg=show_conteudo&util=1&categoria=3®istro=1069
10 de junho de 2009
O RABO DO AVESTRUZ E A IGREJA XIITA...

Por Leonardo Gonçalves
Igreja xiita! Sim, xiita e preconceituosa, que ensina os crentes que a santidade está em abandonar a calça jeans e usar uma saia comprida até na canela; que mente aos homens dizendo que jogar futebol é coisa do diabo, e onde o pecado é definido e redefinido segundo o achômetro do pastor.
Tenho muita pena dos membros dessas igrejas, pois sei que no final de tudo eles são vítimas. São vítimas de uma liderança farisaica que se encerra dentro de um caixote, e de líderes avestruzes que enfiam a cabeça na terra para não enxergar o que acontece no mundo. Avestruzes que não assistem televisão, mas vivem pendurados na internet. Avestruzes desinformados que enfiam a cabeça na terra e não vêem a real necessidade do mundo! Avestruzes que falam de missões, mas a missão que eles conhecem não vai mais longe do que o famigerado congresso do Balneário Camboriú. Avestruzes que enfiam a cabeça na terra e depois reclamam quando alguém mete bala no seu rabo (*).
“Ai!!! Quem foi que atirou no meu rabo?”. Como é que o avestruz vai saber? Ele estava com a cabeça dentro do buraco e não viu quando, por causa desses extremismos, o mundo começou a zombar de nós. E quando, por causa da sem vergonhice gospel, a globo começa a falar mal dos crentes, o avestruz reclama, diz que é perseguição da mídia... Pobre avestruz.
As vezes me pergunto o que aconteceria se Jesus viesse hoje à terra, da mesma forma que há 2 mil anos atrás. O que aconteceria se os crentes evangélicos vissem Jesus comendo na casa de político corrupto, ou conversando com a “Bruna surfistinha” sozinho no banco da praça? O fariam os nossos tradicionais irmãos, aqueles dos “bons costumes”, se vissem uma mulher de calça jeans e brinco de argola, acariciando os pés de Jesus, beijando e enxugando-os com seu cabelo. O que faria essa gente quando Jesus proferisse seu famoso discurso de Mateus 23, e bradasse em alto e bom som:
“Ai de vós, hipócritas, que limpais o exterior do copo e do prato, mas no interior estão cheio de rapina e de iniquidade”“
Ai de vós, hipócritas! Que parecem com sepulcros caiados, que por fora se mostram belos, mas por dentro estão cheios de podridão!”
“Guias cegos! Vocês coam os mosquitos e comem camelos”. Preocupam-se tanto com vestimentas, mas pregam heresias!
“Ai de vós, tradicionalistas hipócritas! Porque cruzam o céu em avião para fazer novos convertidos (missionários?); mas depois que ganham essa alma, fazem dele um filho do inferno, duas vezes mais preconceituoso e xiita que vocês!”
E na minha imaginação, vejo-os fazendo exatamente o que fizeram à 2 mil anos atrás: julgando, condenado e crucificando novamente o Filho de Deus!
***
(*) – Apenas à guisa de esclarecimento: o uso da palavra rabo no referido contexto, não é uma expressão desrespeitosa, ou um palavrão. Lembre-se que esta palavra foi usada no contexto do mundo animal, e animais não têm nádegas, têm rabo mesmo.
Leia também no Púlpito Cristão
fonte:http://genizah-virtual.blogspot.com/2009/06/o-rabo-do-avestruz-e-igreja-xiita.html
9 de junho de 2009
MANUAL DE INSTRUÇÃO PARA LUDIBRIAR O REBANHO COM ENTRETENIMENTO E PROSPERIDADE

Manual de instrução para ludibriar o rebanho com entretenimento e prosperidade.
Eis aqui um artigo ironicamente preparado para demonstrar as mutretagens dos populares ministros da fé e da prosperidade, os quais dominam o cenário eclesiástico nas três Américas, por causa da incompetência bíblica de 99% dos crentes.
Regra Número 1
a) - Aprenda a falar as palavras capciosas dos cristãos "ungidos". Você pode começar repetindo a palavra "ungido" em sua conversa, fazendo com que as pessoas de fato acreditem que você possui essa unção especial. (Veja a regra 3, para ter uma completa lista dessas palavras capciosas). Congregar pessoas na audiência para serem "curadas" é uma boa maneira de captar a confiança do rebanho. Contudo, tenha a certeza de que o incômodo do qual elas desejam ser curadas é invisível, não podendo ser constatado pela Medicina. Enxaquecas e outras dores e incômodos são excelentes motivos para uma boa capitalização. Esteja certo de escolher de antemão as pessoas, de modo que elas não publiquem o que está acontecendo. Persuadir as pessoas de que você vai lhes dar um conhecimento secreto, o qual outras pessoas não conhecem, pode atraí-las como moscas para o mel. Isso vai encorajá-las a ficar maravilhadas diante do seu conhecimento. Quando as pessoas reconhecerem que você possui essa "unção", você logo poderá afirmar o seu apostolado ou se estabelecer como um "profeta de Deus". Isso funciona muito bem porque as pessoas preferem ouvir um "profeta" que escutar a voz de Deus através do estudo de Sua Palavra. Lembre-se de evitar que elas descubram que você se "ungiu" a si mesmo. Isso é vital. Se elas virem que você é o único a afirmar que foi "ungido", você jamais conseguirá a afluência do rebanho, e não vai conseguir o entretenimento e o lucro que vão chegar, quando você conseguir ludibriar as ovelhas.
b) - Estabeleça-se como um profeta de Deus, fazendo algumas predições. Não importa se estas não se cumprirem, pois você sempre vai poder afirmar a falta de fé como a razão para que estas não tenham se cumprido. O segredo do sucesso é jogar a culpa sobre os outros, quando estiver num local apropriado. O que quer que aconteça, jamais assuma a responsabilidade pelo fracasso da profecia, pois isso poderá manchar a sua imagem e atrapalhar a tosquia do rebanho para o entretenimento e a prosperidade. Você também deve evitar que o rebanho chegue perto de passagens da Bíblia, as quais dizem que um profeta deve ter 100% de acerto, conforme Deuteronômio 18. É necessário conservá-lo longe dessas passagens, lembrando-o de que todo mundo pode falhar. Se você mantiver o foco sobre as pessoas falíveis, seu rebanho não vai saber que as profecias supostamente vindas de Deus são infalíveis.
c) - Se alguém o desafiar como um profeta de Deus, faça com que ele se lembre do verso "Não toqueis nos meus ungidos" e as conseqüências sobre quem "blasfema contra o Espírito Santo". Nunca os deixe perceber que essas passagens nada têm a ver com você ou com a situação em pauta. Vai soar muito espiritual se você lhes falar essas passagens em voz alta, olhando-os severamente nos olhos... É essencial que você sempre amedronte o rebanho, o máximo possível, para ter a certeza de que as ovelhas têm medo de você. O medo é uma grande ferramenta a ser usada, a fim de garantir a tosquia do rebanho.
d) - Desencoraje o rebanho de ler a Bíblia sozinho. Relembre-o sempre de como o Espírito Santo tem falado com você, o que reduz a necessidade de suas ovelhas estudarem a Bíblia, visto como os seus conhecimentos são até superiores aos da Bíblia. Não esqueça de injetar um verso, aqui e ali, de modo que elas pensem que isso é de Deus. Procure versos obscuros, de modo que o rebanho não descubra que eles nada têm a ver com o que você tem ensinado. É aconselhável usar uma versão bíblica mais antiga, pois a maioria das pessoas hoje em dia não entende o português clássico e você pode fazer com que elas entendam os versos exatamente como você deseja. Se alguém o desafiar, invoque o seu "divino conhecimento da revelação" e repita as clássicas frases do item "c". Se alguém no rebanho tentar ler a Bíblia por conta própria, tenha a certeza de interpretar as Escrituras para ele, dizendo o que elas "realmente" significam. Será proveitoso que você escreva o seu próprio estudo bíblico, com as suas próprias anotações nas margens. As versões em couro podem ser vendidas por mais de R$ 200 cada uma e podem oferecer uma fonte de lucro por muitos anos.
e) - As pessoas mais chatas são aquelas que ficam insistindo na sã doutrina e é preciso ficar alerta quanto a esse tipo de gente, a qualquer custo. Seu lucro e reputação estão em jogo neste ponto. Contudo, isso pode ser facilmente superado com a frase capciosa: "Será que podemos continuar? Todos nós amamos Jesus". Convença o rebanho de que a doutrina é divisora e o que importa é amar o Senhor. Isso funciona bem, pois os que insistem no assunto são rotulados como divisores e isso questiona a sua espiritualidade. Quando se chega a esse ponto, fica fácil deixar de lado o que eles estavam falando.
f) - O emocionalismo é essencial para o ministério de engodar o rebanho. Imite os mais bem sucedidos enganadores e pratique isso, até que se torne um hábito. Ande agressivamente para a frente e para trás, no palco, acenando amplamente com os braços, com a certeza de estar falando rápido e em voz alta. Para dar mais ênfase, sussurre algumas vezes para que todos se esforcem para escutar você e em seguida dê um forte gemido, para que eles pulem de suas cadeiras. Verter lágrimas e ficar ensopado de suor na fronte e no queixo, enquanto está pregando, ajuda bastante a demonstrar "unção", garantindo que o rebanho está recebendo uma mensagem "ungida". Dance bastante e fale "Uuuuh! Sinto a unção chegando sobre mim... Ó glória!" Esteja certo de fazer barulhos estranhos, às vezes, e diga que está falando nas línguas do Espírito. Isso impressiona demais e assegura a admiração do rebanho sobre você.
Regra Número 2
Para um ministério prosperar, o dinheiro deve ser regularmente extorquido do rebanho. Não tome todo o dinheiro dele, de uma vez, porque isso poderia fazer a fonte secar e você deve ter a certeza de receber ofertas durante muito tempo, a fim de aumentar o seu lucro. Continue fazendo com que os seus seguidores tenham esperança de que os ensinos recebidos funcionam de fato. Isso pode ser conseguido, mostrando como o Senhor o tem abençoado, quando você dirige a sua limusine. Assegure-os de que eles também podem tornar-se servos ungidos de Deus, recebendo as mesmas bênçãos. Alguns dos truques seguintes podem funcionar muito bem; eles têm sido tentados e testados. Contudo, quando esses truques começarem a falhar, use um pouco de imaginação para conservá-los atuais e excitantes.
a) - Oração ungida sobre roupas e acessórios. Isso tem sido uma boa novidade e com muito sucesso. Esse truque não funciona bem com as ovelhas mais idosas, mas existem muitas ovelhas novas que ainda acham isso excitante. Você pode ter uma variedade de roupas e adereços ungidos que as conservará freqüentando, por enquanto. Roupas e acessórios podem servir para unção, riqueza e poder. As possibilidades são quase ilimitadas com uma imaginação fértil. A margem de lucro pode ser muito grande porque as roupas e acessórios são baratos na compra e podem dar um bom lucro, quando vendidos por preços mais altos do que valem, por causa da "unção" [hoje está na modas as toalhias com o seu suor].
b) - Orar sobre cartas. Esta é outra maneira de atrair lucro. Uma vez que o seu investimento financeiro é quase nulo. Faça com que os membros enviem cartas com pedidos de oração e você pode estabelecer o preço para orar sobre as mesmas. Quanto você cobra depende do quanto você deve ter convencido as ovelhas de sua unção. Um bom profeta ungido pode receber 20 pratas ou mais por oração, se esta for manejada corretamente. Tenha a certeza de que tem uma maneira de se livrar das cartas, a fim de que estas não entulhem o seu espaço particular no escritório.
c) - Se alguém optar pelo ministério de libertação como um meio de lucro e gratidão, você pode oferecer acessórias ungidos para afugentar os espíritos, fixando o preço conforme a severidade do demônio. Eu não recomendaria o uso do termo "dólares contra os demônios", porque isso poderia não soar muito espiritual. Contudo, esse ministério garante lucro e reconhecimento, porque os demônios não ficam presos por muito tempo e logo voltam. Então, você será chamado sempre e sempre para exorcizar os mesmos demônios das mesmas pessoas. Evite muito trabalho nessa área, porque as pessoas depressa ficarão dependentes de você para conservar os demônios longe. Se elas se tornarem insatisfeitas e o questionarem, chegou o tempo de você as despachar como cães que continuam voltando ao seu próprio vômito. Lembre-se que sua imagem precisa ser protegida e jamais aceite perguntas tolas, como: "Por que não funciona?" A chave para um ministério bem sucedido é jogar a culpa sobre a ovelha. A arrogância será sua melhor aliada para o manter a salvo do rebanho.
d) - A era eletrônica é maravilhosa e não se pode negligenciar este meio de lucro e gratidão. Você pode convencer o rebanho de que Deus está sempre presente em toda parte, inclusive na Internet. Faça com que os possessos dos demônios ou enfermos coloquem as mãos e a testa diante da tela, convencendo-os de que Deus está tocando-os através de você, pelo monitor. Coloque em seu website um desenho em que você apareça com a mão estendida para eles. Isso os convencerá de que você realmente está orando em seu favor. Declare que as orações só irão funcionar se eles tiverem remetido dinheiro. Sua reputação é que vai determinar o preço a ser fixado por essas orações. O poder de sugestão funciona bem; os hipnotizadores têm usado esse princípio por muitos anos. O importante é que o cliente esteja mentalmente convencido de que a "unção" está fluindo para ele através da tela do monitor. Então, você pode pedir mais ofertas para futuros toques ungidos.
Regra Número 3
Fique papagueando o jargão que somente os ungidos costumam usar: "Clame pelo sangue de Jesus".
a) Não importa o fato de que não haja qualquer precedente na Bíblia para a frase acima. Como a mesma soa espiritual, então que seja usada constantemente. Repetida sempre e sempre ela pode dar a impressão de algum ingrediente mágico no sangue de Jesus, ficando no mesmo nível da água benta, do incenso, das velas acesas e do uso do crucifixo [NT: Hábitos muito comuns aos católicos], como proteção para o rebanho. (Esses itens supracitados poderão ser vendidos com um bom lucro, se forem "ungidos"). Conhecer o linguajar dos "ungidos" poderá elevar você ao reconhecimento e colocá-lo na posição de ludibriar o rebanho pelo entretenimento e pela profecia, de maneira mais rápida. Falar diretamente com Satanás é muito impressionante, mas você deve evitar que eles vejam que isso não é bíblico. Juntar palavras e frases capciosas à mímica deve ser feito conforme abaixo e JAMAIS esqueça de "invocar o nome de Jesus" (Tente falar "Jesus" o mais longo possível: Jeeeeeeesuuuuusssss. Quanto mais longo, melhor). "Satanás, estou aqui em nome de Jesus". "Satanás, você está amarrado em nome de Jesus". "Satanás, eu ordeno que você volte para o inferno, em nome de Jesus". "Satanás, eu repreendo você em nome de Jesus". (Não esqueça de enfatizar o pronome EU. Isso vai colocar você em foco como alguém com poder para fazer essas coisas. Isso também coloca o foco em Satanás e não esqueça de invocar o nome de Jesus para um toque de religiosidade, que vai dar a impressão de poder. Se você conseguir desviar o foco de Jesus, então isso vai convencer o rebanho de como ele precisa dos que ocupam a posição de "ungidos". Apontar para Jesus vai atrapalhar a posição de ungido e de continuar com o engodo; portanto, todo cuidado nessa área é pouco!)
b) Mais algumas palavras e frases capciosas:
* Afirmar, confessar e exigir a cura em nome de Jesus é bom, mas retira a atenção de sua unção. Mais uma vez, quanto mais arrogante você for, mais chamará a atenção das ovelhas sobre a sua "unção".
* Aleluia, Louvai ao Senhor, glória e amém. (repita sempre e sempre, e para mais ênfase, um assobio às vezes é bom. Quanto mais alto melhor, para que escutem a sua unção).
* Gritos de glória e "vivas ao Espírito Santo, devem ser atirados às vezes. Se você for vencido pelo riso, será fácil engodar o rebanho, afirmando que se trata do "riso santo" e todos irão a você (o que vai levá-lo a rir mais fortemente; mas não se preocupe, pois eles vão rir muito, o tempo todo).
* Cantar, dançar, falar e andar no Espírito são certamente fogo nas palavras "ungidas", as quais serão notadas!
c) - Semente de fé. Este termo indica que os crentes estão plantando uma semente de fé e vão conseguir uma colheita em dinheiro por causa dela. Usando essa idéia, você pode conseguir que as pessoas lhe enviem grandes somas de dinheiro sob a promessa que receberão de volta o valor centuplicado. As pessoas são ambiciosas por natureza e a ilusão da promessa de receber milhares de dólares de volta é uma poderosa indução. (Mas tenha a certeza de que elas ficarão longe da leitura de Marcos 10:29-30, porque você não vai querer dar a elas um lampejo sequer de que as perseguições também poderão acontecer em suas vidas. Livre-as de qualquer idéia de que o estilo de vida que você está promovendo poderia algum dia causar-lhes problemas). Isso também vai dar-lhe uma excelente oportunidade de usar a culpa e a intimidação para coagir as pessoas a lhe mandarem grandes somas como "ofertas de amor". Obviamente, se elas não quiserem lhe enviar esse tipo de "oferta de amor", então é porque não têm bastante fé para plantar. Termos acusatórios sobre a sua falta de fé, se não lhe enviarem dinheiro, neste caso funciona bem e vai lhe garantir um proveitoso ministério para muitos anos futuros.
Resumo:Lembre-se que a natureza corrupta do homem o conduz à busca de fama e fortuna para si mesmo, excluindo o próximo. Pode ficar certo da continuação, caso se lhe ofereça a possibilidade de conseguir riqueza e poder. Tendo isso em mente, continue a apelar para a sua natureza corrupta, espiritualizando-a, a fim de que as ovelhas pensem que as coisas que elas desejam são as que Deus quer que elas possuam. Repita constantemente frases como "Deus deseja que vocês sejam ricos, saudáveis e felizes, acima de todas as cosias". Evite as pessoas que afirmam que a maturidade espiritual é mais importante aos olhos de Deus que o sucesso financeiro. Conserve o seu rebanho longe desses tipos. Eles podem ser devastadores para o seu ministério.
Se o rebanho falhar em alguma coisa, use a intimidação e o medo para que ele continue intacto. Essa tática vai garantir a continuidade do seu próprio bem-estar financeiro. Lembre-o de que se ele falhar nessas coisas será pela falta de fé, a qual está evitando que as bênçãos de Deus aconteçam.
Lembre-se que você tem de andar conforme fala, a fim de conservar a credibilidade. Isso quer dizer: nunca mencionar que você pode pegar um resfriado, pode deixar de se sentir feliz e que está com problemas financeiros. Cometer um erro assim seria uma rápida maneira de destruir o ministério de levar o rebanho no papo. Você é o exemplo de tudo que Deus deseja para ele e demonstrar qualquer sinal de fraqueza humana vai minar tudo que você esperava conseguir. A ilusão é tudo.
Se você descobrir que alguém está querendo sair, use depressa o medo e a culpa para conservá-lo no rebanho. Uma tática muito eficiente é a de ameaçá-lo com a perda da salvação, caso ele saia. Ameace também os seus filhos, dizendo que se ele sair, seus filhos vão pagar pela sua falta de fé. Esta é uma boa maneira de conservá-lo na linha, pois a maioria dos pais ama demais os filhos.
(Traduzido do Artigo "Official Handbook Of How To Fleece The Flock For Fun And Profit")
Postado por Djalma Oliveira Santiago
fonte:http://presbiterianoscalvinistas.blogspot.com/2008/11/manual-de-instruo-para-ludibriar-o.html
28 de maio de 2009
PASTOR CHAMA PÚLPITO CRISTÃO DE LIXO, SOLIDARIEDADE ao "HEREGE" do Púlpito Cristão, meu Brother Leo
Para que possam ver que ainda impera em nossa "família" o velho adágio: "PASTOR NÃO ERRA, JUSTIFICA-SE..."
Cuidado!!!! Se você teme a maldição lançada pelo "ungido", NÃO LEIA!!!! senão, " vais pagar o preço", kkkkkk
Mas, seriamente falando, observem a que ponto estamos chegando e, ninguém toma qualquer tipo de providência, estamos mais preocupados em nos aparelharmos melhor administrativamente e financeiramente, porém, em termos teológicos e doutrinários, não usos e costumes, estamos deixado a desejar, por isso, o tão antes por nós repudiado neo-pentecostalismo e tantas outras heresias tem adentrado, facilmente e com muita rapidez em nossas igrejas, pois garante bom retorno nas ofertas e campanhas "mercenárias" e marketeiras, onde a fé dos fiéis é barganhada, mediante $$$$$ quando as "sacolinhas" são passadas, além da imposição obrigatória do dízimo como requisito para salvação, pois quem não o dá é ladrão e esta categoria não entra nos céus, então já não o é também suficiente, tem que ter os sacrifícios $$$$$ e as gratidões $$$$, ação social $$$$$, etc;
Quando questionamos, sempre aparece alguém dizendo: "não faça isso, coitado, deixe-o pensar assim, ele quis falar de outra forma, não foi neste contexto, vc até entendeu.... e por aí vai o povo engolindo tanta besteira, estamos criando um monte de pessoas deficientes na fé, estamos mais preocupados com os nossos cultos MÍSTICOS, com pessoas em TRANSE que dão mais valor a profecia entregue para uma exclusiva pessoa, flada pelo microfone, em detrimento a MENSAGEM PROFÉTICA ministrada pelo PRELETOR do CULTO, ou seja, tem que ter MOVIMENTO, e a liderança gosta, pois afinal, rende $$$$$$ e ajuda a manter seus salários de míseros milhares de reais.... bom vou me ater aqui sei que apanharei por demais por minhas palavras...
Bom Léo, o que posso fazer além de repassar seu post e recomendar seu blog é publicar aqui na íntegra o que está a acontecer e, me juntar a você na formação da UNIÃO DOS BLOGUEIROS PERSEGUIDOS...
mas quero aqui partilhar minha solidariedade pela CORAGEM e SOBRUEDADE tratada pelo meu querido irmão Leonardo em seu Blog: www.pulpitocristão.blogspot.com
PASTRO RUI RAIOL CHAMA PÚLPITO CRISTÃO DE LIXO E AMALDIÇOA BLOGUEIRO
E-mail enviado pelo pastor Rui Raiol, no dia 24/05
Que o Senhor julgue suas palavras. Mesmo não lendo o lixo que tanta gente imunda produz diariamente na internet, noto que vc é uma das ferramentas mais ferrenhas contra tudo que Deus tem falado. Quem é você para julgar desse jeito, irmão? Não lhe causei nenhum mal. Porventura citei seu nome na rede, falei mal de A ou de B? Acusei você de algum crime ou algo parecido? Não sei se vc é inteligente suficiente para notar que, com sua estupidez em difamar servos de Deus, cai em contradição. Afinal de contas, o Evangelho é amor. Quando vc vem a público, sem conhecer uma pessoa, e age do jeito que tem agido, está condenado por suas próprias palavras e atitudes. Quem tem o Espírito de Deus, sabe que está diante de uma pessoa carnal e leviana. É isso que vc é?
Meu irmão, sou um homem de Deus. E vc deveria ter pelo menos respeito ao falar tanta coisa. Como jurista, sei que poderia processá-lo por danos morais e, com isso, ia buscar até o último centavo de seu bolso pelo seu abuso. Porém, o sofrimento é por Jesus, e não vou revidar. Não vou pôr, promete-lho diante de Deus, uma só palavra na rede contra você. Basta o julgamento perfeito do Senhor entre mim e ti.
Amigo, vc tem cérebro suficiente para entender entre a visão de homem natural e a visão do Onisciente? Amigo, vc acha que Jesus me diria "Venceu o pastor B", quando Ele sabe que não venceu? Vc acha que Deus mentiria? Amigo, o que perguntei a Deus foi a essência, vc entende? Não perguntei resultado oficial. Se vc perguntasse a Deus quem venceu para ser o sucessor de Judas, será que Ele responderia "Matias", sabendo que Ele chamaria a Saulo?
Irmão, vc já esteve desenganado por 3 anos e foi curado por Jesus pessoalmente? Vc é batizado com o Espírito Santo e com fogo? Vc ora todos os dias? Vc foge do pecado para seguir a Jesus? Vc observa a Palavra? Vc sabe ouvir a voz do Espírito Santo?
Quem é vc para julgar, irmão?
Que o Senhor julgue entre mim e ti. Se profetizei da carne, venha o juízo de Deus sobre mim. Agora, se sou homem de Deus e vc tem sido um instrumento de Satanás, que a mão do Senhor pese sobre ti terrivelmente, e só se retire quando vc reconhecer que há um Deus no Céu.
Em oração.
rui raiol
Resposta ao pastor Rui Raiol: E-mail enviado dia 27/05
Caro pastor (e profeta) Rui Raiol,
O Senhor está certo em afirmar que não me causou nenhum dano, não tendo eu nenhuma razão pessoal para revidar. Eu não tenho mesmo. Acontece que os meus artigos desmascarando a sua falsa profecia não são produto de uma motivação pessoal, e sim do zelo de Deus e da sua doutrina. Não foi contra mim que o senhor pecou quando proferiu aquela profecia apócrifa; foi contra Deus. Foi o nome do Senhor que ficou envergonhado quando o amado profetizou a vitória do pastor Samuel Câmara, e publicou a notícia antecipada no seu site no dia 16 de abril.
Que bom seria se o prezado tivesse se arrependido da sua falsa profecia. Dizer que o resultado foi fraudado, como o senhor faz naqueles vídeos no youtube, não melhora em nada a situação. Supõe-se que, ainda que as eleições tivessem sido fraudadas, o Onipotente saberia dizer com precisão o resultado final. Além do mais, em sua profetada, o irmão (fazendo-se passar pelo SENHOR) diz claramente: “Chamei a Samuel Câmara e ninguém poderá derrubá-lo”. Que Deus é esse que fala e não cumpre?
Ultimamente o senhor andou dizendo que o plano de Deus para a CGADB foi frustrado por culpa do pastor José Wellington. Isso é ridículo, pastor Rui! O que aconteceu com Números 23.19 que diz: “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa; porventura, diria ele e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria?”. Será que Deus mudou? Agora ele mente, se arrepende, fala e já não confirma? Como é fácil frustrar o plano de Deus, não é mesmo?! Não, pastor Rui: não foi Deus quem te revelou aquela profecia. Foi a sua soberba que falou naquele programa de rádio: “Quando o tal profeta falar em nome do SENHOR, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é palavra que o SENHOR não falou; com soberba a falou o tal profeta; não tenhas temor dele” (Dt 18.22).
Com respeito às suas demais perguntas, respondo prontamente: Jamais estive "desenganado" pelos médicos, nem vi Jesus pessoalmente, e também não entendo qual a correlação disto com aquilo. Será que para ser um pregador do evangelho eu preciso ser ex-aidético, ex-canceroso ou ex-morto? E eu que pensava que a qualificação para o ministério estava ligada à vocação, temor de Deus e o conhecimento bíblico do cidadão (risos). Errei denovo, né pastor?
Sou batizado apenas com o Espírito Santo. O batismo com fogo como uma benção para o crente é produto de uma má exegese. Note que o fogo, em inúmeras passagens, aparece na Bíblia como símbolo do juízo de Deus [*]. Além disso, o contexto imediato de tal batismo deixa claro que o fogo é para a palha, ou seja - ímpios (Mt 3.10 e 12), e não para os servos de Deus. O batismo com fogo é o batismo em que serão batizados os falsos profetas que não se arrependerem de seus abomináveis presságios.
Busco observar a Palavra, embora eu mesmo seja um transgressor dela. Não confessá-lo seria passar uma falsa aparência de santidade, e acusar a Deus de mentira (1Jo 1.10). Mas dou graças ao Senhor pela sua maravilhosa Graça, que me faz aceitável, no amado.
Sim, pastor: Eu conheço a voz do Senhor (Jo 10.27). Tanto que posso afirmar sem medo de errar que sua profecia não vem de parte de Deus, mas da sua própria carne ensoberbecida (Dt 18.22). Segundo a bíblia, o que Deus determina, infalivelmente acontece (Is 43.13). As profecias de Deus são seguras, as dos homens são fraude.
Finda a entrevista, deixe-me falar da sua mais nova profecia carnal:
Pastor Rui... O senhor é um escritor de livros, um homem douto, não pega nem bem ficar invocando o juízo de Deus sobre a sua cabeça. A história de Nadabe e Abiú ficou no passado, e hoje em dia essas coisas não acontecem mais. Já pensou se isso fosse acontecer literalmente hoje em dia? O que ia ter de raio caindo na cabeça de pastor da Universal não está no gibi! Meu amigo: Deus não tem pressa em castigar ninguém; ele é longânimo e deseja o nosso arrependimento (2Pe 3.9). Embora a lei da semeadura seja uma verdade quase científica (Gl 6.7), o juizo de Deus virá sobre os ímpios no fim dos tempos (Jo 12.48). Portanto, aí vai um conselho do seu irmão e amigo: PARA COM ISSO, RUI! Ao invés de pedir juízo sobre a sua cabeça, o senhor devia pedir é perdão e misericórdia pelas coisas que anda dizendo. Todos nós erramos, pastor Rui: O senhor não foi o primeiro, nem será o último a entregar uma profetada, mas deve se arrepender enquanto é tempo.
Pare também com essa história de dizer que eu sou servo de Satanás e de que a mão de Deus vai pesar terrivelmente sobre mim. Aliás, que gíria esdrúxula, pastor! Pense no tamanho da bobagem que o senhor está falando: Se Deus pesar a mão dele sobre mim, não vai sobrar nem o meu farelo pra contar a história. O “peso” da mão de Deus é incalculável, infinito como a sua essência, por assim dizer. Agora, imagine se ele decide pesar a mão TERRIVELMENTE, como o senhor faz questão de acrescentar: Não vai sobrar um só planeta no sistema solar! Será que o senhor deseja mesmo isso para mim? O senhor quer que Deus pese a mão TERRIVELMENTE sobre mim? Que pena, hein Ruizão?... Logo o senhor que falou tanto em amor, não compreendeu o que Jesus quis dizer em Mateus 5.44:
“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem”
Se eu estou errado e o senhor certo, então seu dever seria: amar-me, abençoar-me, fazer o bem e orar pela minha vida. Ainda que, pelo menos da minha parte, não tenho nada contra a sua pessoa, pastor Rui, e sim contra a sua atitude. Não o tenho por inimigo, e sim como objeto de minhas orações. Mas parece que o senhor preferiu me amaldiçoar, né? Ok, vamos lá então. Pode jogar praga o quanto quiser. Ninguém pode amaldiçoar o que Deus abençoa. Simples assim... está na Bíblia, sabia? Lembra? Aquele livro de capa preta que os crentes carregam debaixo do braço? Então, tá lá.
Concluo dizendo que, ao enviar-me este e-mail, o senhor deu mostra do tipo de cristianismo que abraçou. Não duvido que Deus tenha te usado, abençoado e curado algum dia, mas insisto que a tal profecia não é de Deus, pois não passa no crivo da Palavra. Mas fique à vontade, se quiser me processar, como ameaçou. Apenas te adianto que no momento tenho exatos 42 soles (aproximadamente 40 reais) no bolso, com os quais pretendo passar a última semana do mês. Se achar que vale à pena arrancar meu “último centavo”, vá em frente! Só acho que o senhor não vai conseguir comprar muita coisa com o que conseguir ganhar na justiça (risos).
No mais, me despeço no amor do Senhor, e desejo que Ele te cubra com toda sorte de bençãos, saúde, paz e prosperidade. Desejo que Deus derrame infinitas bençãos sobre toda a sua família, e espero – sinceramente - que Deus jamais pese a mão sobre ti, e muito menos TERRIVELMENTE, pois isso equivaleria a adiantar o apocalipse! Muito pelo contrário: quero mesmo é que Deus, em sua infinita graça, lhe pague em bens, por todo mal que o senhor me desejar e vier a fazer.
Em Cristo Jesus, meu Senhor e Mestre.
Leonardo Gonçalves
***
[*] - Quanto ao fogo como símbolo do juízo: Gn 19.24, Ex 9.23, Nm 3.4, Nm 11.1, Nm 16.34-35, Jó 15.34, Sl 97.3, 105.32,140.10, Is 66.16, Jr 15.4, Jl 2.3, Am 7.4, Ob 1.18, Na 1.6, Sf 3.8, Mt 3.10, 3.12, 5.22, 7.19, 13.10, 18.8-9, 25.41, Mc 9.43-48, Lc 3.9, 3.17, 9.54, 12.49, 17.29, Jo 15.6, 2Ts 1.18, Hb 10.27, 12.29, 2Pe 3.7, Jd 7, 23, Ap 8.5, 9.18, 20.9-10,20.14-15, 21.8.
- Referências em HORTON, Stanley: A doutrina do Espírito Santo, CPAD
Meus agradecimentos aos blogueiros Danilo Fernandes, Teóphilo Noturno, Marcelo e Eunice, Ruy B. Marinho e Newton Carpinteiro, pela solidariedade neste assunto. Abraço, amigos!
Cuidado!!!! Se você teme a maldição lançada pelo "ungido", NÃO LEIA!!!! senão, " vais pagar o preço", kkkkkk
Mas, seriamente falando, observem a que ponto estamos chegando e, ninguém toma qualquer tipo de providência, estamos mais preocupados em nos aparelharmos melhor administrativamente e financeiramente, porém, em termos teológicos e doutrinários, não usos e costumes, estamos deixado a desejar, por isso, o tão antes por nós repudiado neo-pentecostalismo e tantas outras heresias tem adentrado, facilmente e com muita rapidez em nossas igrejas, pois garante bom retorno nas ofertas e campanhas "mercenárias" e marketeiras, onde a fé dos fiéis é barganhada, mediante $$$$$ quando as "sacolinhas" são passadas, além da imposição obrigatória do dízimo como requisito para salvação, pois quem não o dá é ladrão e esta categoria não entra nos céus, então já não o é também suficiente, tem que ter os sacrifícios $$$$$ e as gratidões $$$$, ação social $$$$$, etc;
Quando questionamos, sempre aparece alguém dizendo: "não faça isso, coitado, deixe-o pensar assim, ele quis falar de outra forma, não foi neste contexto, vc até entendeu.... e por aí vai o povo engolindo tanta besteira, estamos criando um monte de pessoas deficientes na fé, estamos mais preocupados com os nossos cultos MÍSTICOS, com pessoas em TRANSE que dão mais valor a profecia entregue para uma exclusiva pessoa, flada pelo microfone, em detrimento a MENSAGEM PROFÉTICA ministrada pelo PRELETOR do CULTO, ou seja, tem que ter MOVIMENTO, e a liderança gosta, pois afinal, rende $$$$$$ e ajuda a manter seus salários de míseros milhares de reais.... bom vou me ater aqui sei que apanharei por demais por minhas palavras...
Bom Léo, o que posso fazer além de repassar seu post e recomendar seu blog é publicar aqui na íntegra o que está a acontecer e, me juntar a você na formação da UNIÃO DOS BLOGUEIROS PERSEGUIDOS...
mas quero aqui partilhar minha solidariedade pela CORAGEM e SOBRUEDADE tratada pelo meu querido irmão Leonardo em seu Blog: www.pulpitocristão.blogspot.com
PASTRO RUI RAIOL CHAMA PÚLPITO CRISTÃO DE LIXO E AMALDIÇOA BLOGUEIRO
E-mail enviado pelo pastor Rui Raiol, no dia 24/05
Que o Senhor julgue suas palavras. Mesmo não lendo o lixo que tanta gente imunda produz diariamente na internet, noto que vc é uma das ferramentas mais ferrenhas contra tudo que Deus tem falado. Quem é você para julgar desse jeito, irmão? Não lhe causei nenhum mal. Porventura citei seu nome na rede, falei mal de A ou de B? Acusei você de algum crime ou algo parecido? Não sei se vc é inteligente suficiente para notar que, com sua estupidez em difamar servos de Deus, cai em contradição. Afinal de contas, o Evangelho é amor. Quando vc vem a público, sem conhecer uma pessoa, e age do jeito que tem agido, está condenado por suas próprias palavras e atitudes. Quem tem o Espírito de Deus, sabe que está diante de uma pessoa carnal e leviana. É isso que vc é?
Meu irmão, sou um homem de Deus. E vc deveria ter pelo menos respeito ao falar tanta coisa. Como jurista, sei que poderia processá-lo por danos morais e, com isso, ia buscar até o último centavo de seu bolso pelo seu abuso. Porém, o sofrimento é por Jesus, e não vou revidar. Não vou pôr, promete-lho diante de Deus, uma só palavra na rede contra você. Basta o julgamento perfeito do Senhor entre mim e ti.
Amigo, vc tem cérebro suficiente para entender entre a visão de homem natural e a visão do Onisciente? Amigo, vc acha que Jesus me diria "Venceu o pastor B", quando Ele sabe que não venceu? Vc acha que Deus mentiria? Amigo, o que perguntei a Deus foi a essência, vc entende? Não perguntei resultado oficial. Se vc perguntasse a Deus quem venceu para ser o sucessor de Judas, será que Ele responderia "Matias", sabendo que Ele chamaria a Saulo?
Irmão, vc já esteve desenganado por 3 anos e foi curado por Jesus pessoalmente? Vc é batizado com o Espírito Santo e com fogo? Vc ora todos os dias? Vc foge do pecado para seguir a Jesus? Vc observa a Palavra? Vc sabe ouvir a voz do Espírito Santo?
Quem é vc para julgar, irmão?
Que o Senhor julgue entre mim e ti. Se profetizei da carne, venha o juízo de Deus sobre mim. Agora, se sou homem de Deus e vc tem sido um instrumento de Satanás, que a mão do Senhor pese sobre ti terrivelmente, e só se retire quando vc reconhecer que há um Deus no Céu.
Em oração.
rui raiol
Resposta ao pastor Rui Raiol: E-mail enviado dia 27/05
Caro pastor (e profeta) Rui Raiol,
O Senhor está certo em afirmar que não me causou nenhum dano, não tendo eu nenhuma razão pessoal para revidar. Eu não tenho mesmo. Acontece que os meus artigos desmascarando a sua falsa profecia não são produto de uma motivação pessoal, e sim do zelo de Deus e da sua doutrina. Não foi contra mim que o senhor pecou quando proferiu aquela profecia apócrifa; foi contra Deus. Foi o nome do Senhor que ficou envergonhado quando o amado profetizou a vitória do pastor Samuel Câmara, e publicou a notícia antecipada no seu site no dia 16 de abril.
Que bom seria se o prezado tivesse se arrependido da sua falsa profecia. Dizer que o resultado foi fraudado, como o senhor faz naqueles vídeos no youtube, não melhora em nada a situação. Supõe-se que, ainda que as eleições tivessem sido fraudadas, o Onipotente saberia dizer com precisão o resultado final. Além do mais, em sua profetada, o irmão (fazendo-se passar pelo SENHOR) diz claramente: “Chamei a Samuel Câmara e ninguém poderá derrubá-lo”. Que Deus é esse que fala e não cumpre?
Ultimamente o senhor andou dizendo que o plano de Deus para a CGADB foi frustrado por culpa do pastor José Wellington. Isso é ridículo, pastor Rui! O que aconteceu com Números 23.19 que diz: “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa; porventura, diria ele e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria?”. Será que Deus mudou? Agora ele mente, se arrepende, fala e já não confirma? Como é fácil frustrar o plano de Deus, não é mesmo?! Não, pastor Rui: não foi Deus quem te revelou aquela profecia. Foi a sua soberba que falou naquele programa de rádio: “Quando o tal profeta falar em nome do SENHOR, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é palavra que o SENHOR não falou; com soberba a falou o tal profeta; não tenhas temor dele” (Dt 18.22).
Com respeito às suas demais perguntas, respondo prontamente: Jamais estive "desenganado" pelos médicos, nem vi Jesus pessoalmente, e também não entendo qual a correlação disto com aquilo. Será que para ser um pregador do evangelho eu preciso ser ex-aidético, ex-canceroso ou ex-morto? E eu que pensava que a qualificação para o ministério estava ligada à vocação, temor de Deus e o conhecimento bíblico do cidadão (risos). Errei denovo, né pastor?
Sou batizado apenas com o Espírito Santo. O batismo com fogo como uma benção para o crente é produto de uma má exegese. Note que o fogo, em inúmeras passagens, aparece na Bíblia como símbolo do juízo de Deus [*]. Além disso, o contexto imediato de tal batismo deixa claro que o fogo é para a palha, ou seja - ímpios (Mt 3.10 e 12), e não para os servos de Deus. O batismo com fogo é o batismo em que serão batizados os falsos profetas que não se arrependerem de seus abomináveis presságios.
Busco observar a Palavra, embora eu mesmo seja um transgressor dela. Não confessá-lo seria passar uma falsa aparência de santidade, e acusar a Deus de mentira (1Jo 1.10). Mas dou graças ao Senhor pela sua maravilhosa Graça, que me faz aceitável, no amado.
Sim, pastor: Eu conheço a voz do Senhor (Jo 10.27). Tanto que posso afirmar sem medo de errar que sua profecia não vem de parte de Deus, mas da sua própria carne ensoberbecida (Dt 18.22). Segundo a bíblia, o que Deus determina, infalivelmente acontece (Is 43.13). As profecias de Deus são seguras, as dos homens são fraude.
Finda a entrevista, deixe-me falar da sua mais nova profecia carnal:
Pastor Rui... O senhor é um escritor de livros, um homem douto, não pega nem bem ficar invocando o juízo de Deus sobre a sua cabeça. A história de Nadabe e Abiú ficou no passado, e hoje em dia essas coisas não acontecem mais. Já pensou se isso fosse acontecer literalmente hoje em dia? O que ia ter de raio caindo na cabeça de pastor da Universal não está no gibi! Meu amigo: Deus não tem pressa em castigar ninguém; ele é longânimo e deseja o nosso arrependimento (2Pe 3.9). Embora a lei da semeadura seja uma verdade quase científica (Gl 6.7), o juizo de Deus virá sobre os ímpios no fim dos tempos (Jo 12.48). Portanto, aí vai um conselho do seu irmão e amigo: PARA COM ISSO, RUI! Ao invés de pedir juízo sobre a sua cabeça, o senhor devia pedir é perdão e misericórdia pelas coisas que anda dizendo. Todos nós erramos, pastor Rui: O senhor não foi o primeiro, nem será o último a entregar uma profetada, mas deve se arrepender enquanto é tempo.
Pare também com essa história de dizer que eu sou servo de Satanás e de que a mão de Deus vai pesar terrivelmente sobre mim. Aliás, que gíria esdrúxula, pastor! Pense no tamanho da bobagem que o senhor está falando: Se Deus pesar a mão dele sobre mim, não vai sobrar nem o meu farelo pra contar a história. O “peso” da mão de Deus é incalculável, infinito como a sua essência, por assim dizer. Agora, imagine se ele decide pesar a mão TERRIVELMENTE, como o senhor faz questão de acrescentar: Não vai sobrar um só planeta no sistema solar! Será que o senhor deseja mesmo isso para mim? O senhor quer que Deus pese a mão TERRIVELMENTE sobre mim? Que pena, hein Ruizão?... Logo o senhor que falou tanto em amor, não compreendeu o que Jesus quis dizer em Mateus 5.44:
“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem”
Se eu estou errado e o senhor certo, então seu dever seria: amar-me, abençoar-me, fazer o bem e orar pela minha vida. Ainda que, pelo menos da minha parte, não tenho nada contra a sua pessoa, pastor Rui, e sim contra a sua atitude. Não o tenho por inimigo, e sim como objeto de minhas orações. Mas parece que o senhor preferiu me amaldiçoar, né? Ok, vamos lá então. Pode jogar praga o quanto quiser. Ninguém pode amaldiçoar o que Deus abençoa. Simples assim... está na Bíblia, sabia? Lembra? Aquele livro de capa preta que os crentes carregam debaixo do braço? Então, tá lá.
Concluo dizendo que, ao enviar-me este e-mail, o senhor deu mostra do tipo de cristianismo que abraçou. Não duvido que Deus tenha te usado, abençoado e curado algum dia, mas insisto que a tal profecia não é de Deus, pois não passa no crivo da Palavra. Mas fique à vontade, se quiser me processar, como ameaçou. Apenas te adianto que no momento tenho exatos 42 soles (aproximadamente 40 reais) no bolso, com os quais pretendo passar a última semana do mês. Se achar que vale à pena arrancar meu “último centavo”, vá em frente! Só acho que o senhor não vai conseguir comprar muita coisa com o que conseguir ganhar na justiça (risos).
No mais, me despeço no amor do Senhor, e desejo que Ele te cubra com toda sorte de bençãos, saúde, paz e prosperidade. Desejo que Deus derrame infinitas bençãos sobre toda a sua família, e espero – sinceramente - que Deus jamais pese a mão sobre ti, e muito menos TERRIVELMENTE, pois isso equivaleria a adiantar o apocalipse! Muito pelo contrário: quero mesmo é que Deus, em sua infinita graça, lhe pague em bens, por todo mal que o senhor me desejar e vier a fazer.
Em Cristo Jesus, meu Senhor e Mestre.
Leonardo Gonçalves
***
[*] - Quanto ao fogo como símbolo do juízo: Gn 19.24, Ex 9.23, Nm 3.4, Nm 11.1, Nm 16.34-35, Jó 15.34, Sl 97.3, 105.32,140.10, Is 66.16, Jr 15.4, Jl 2.3, Am 7.4, Ob 1.18, Na 1.6, Sf 3.8, Mt 3.10, 3.12, 5.22, 7.19, 13.10, 18.8-9, 25.41, Mc 9.43-48, Lc 3.9, 3.17, 9.54, 12.49, 17.29, Jo 15.6, 2Ts 1.18, Hb 10.27, 12.29, 2Pe 3.7, Jd 7, 23, Ap 8.5, 9.18, 20.9-10,20.14-15, 21.8.
- Referências em HORTON, Stanley: A doutrina do Espírito Santo, CPAD
Meus agradecimentos aos blogueiros Danilo Fernandes, Teóphilo Noturno, Marcelo e Eunice, Ruy B. Marinho e Newton Carpinteiro, pela solidariedade neste assunto. Abraço, amigos!
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